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RESENHA: “Evil Dead” (2012)

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Por Geraldo de Fraga

O remake de Evil Dead sempre me causou estranheza. Pra mim, todo o reconhecimento que o filme original tinha pelos fãs de horror se dava pelo fato de que ele se utilizava de efeitos toscos e altas doses de humor. Além do personagem principal, o canastrão Bruce Campbell.

A refilmagem de 2013 chega com efeitos especiais de primeira e tenta dar uma dramaticidade à história, com o lance do rehab da protagonista Mia. A seriedade da história poderia até funcionar bem, mas a avalanche de clichês que se vê na tela tira todo o “quê” de novidade. Por quê? Porque transforma Evil Dead em um filme de terror igual a vários e vários outros que surgem a cada dia. É mais um filme de jovens que vão passar um final de semana em uma cabana e algo de ruim acontece.

O filme tem cenas fortes, que até trazem alguma novidade do quesito “originalidade” de mortes, mas somente isso não é mérito para que a refilmagem mereça muito crédito. A história não se sustenta e você sempre sabe o que vai acontecer com os personagens e as reviravoltas também são previsíveis.

Até as referências à obra original deixam a desejar. Enfim, o Evil Dead de 2013 pode até arrecadar milhões de dólares nas bilheterias e dar origem a uma nova franquia (o que é mais do que provável que aconteça), mas não será lembrado como um clássico. Diferente do seu precursor.

*O autor agradece a Espaço Z pela oportunidade de ver o filme na sessão cabine de imprensa.

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  1. Pingback: TRAILER: O Homem nas Trevas (2016) | Toca o Terror

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SÉRIE: What We Do in the Shadows (2019)

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What We Do in the Shadows

Na próxima quinta (15 de abril), estreia no canal FX dos EUA a segunda temporada de What We Do in the Shadows, série baseada no filme de mesmo nome lançado em 2014. Aqui no Brasil, sua primeira temporada foi exibida no ano passado pela Fox Premium. Vamos aproveitar então o retorno do programa lá fora para tecer algumas linhas sobre a atração.

Se você assistiu ao filme, fique sabendo que a mecânica é a mesma do longa. Uma equipe de filmagem que nunca aparece acompanha a rotina de três vampiros centenários que vivem na mesma casa e tentam se adequar ao mundo moderno. A principal mudança em relação à obra original é que a história se passa nos EUA, mais precisamente em Staten Island, Nova York.

O elenco também é outro Com a adição de uma personagem feminina, Nadja (Natasia Demetriou), e do lacaio Guillermo (Harvey Guillén), o trio de vampiros se completa com Nandor (Kayvan Novak) e Laszlo (Matt Berry). Há ainda um personagem recorrente, Colin Robinson (Mark Proksch), um humano que se apresenta como “vampiro de energia” e que se alimenta da força vital das pessoas, deixando-as entediadas.

A vida deles segue tranquila, até que eles são obrigados a receber como hóspede o barão Afanas (Doug Jones coberto de maquiagem, para variar), um vampiro milenar que vem da Europa e sonha em conquistar a América. Apesar desse ponto de partida, o enredo não se apega muito a ele. Como seriado, What We Do in the Shadows é basicamente uma sitcom, na qual o roteiro tenta brincar com os clichês da mitologia e da cultura pop.

No filme isso deu muito certo, mas ao longo de 10 capítulos, a série não se sustenta. Há momentos brilhantes, mas eles são raridades. Destaque para os episódios The Trial, com a participação de vários atores que interpretaram vampiros no cinema (como Wesley Snipes e Danny Trejo), e The Orgy, no qual, como o próprio nome diz, uma orgia vampírica é organizada, sem muito sucesso.

Porém, a impressão que fica é que assistir What We Do in the Shadows é um grande esforço para poucas risadas, mesmo que seus capítulos tenham apenas 30 minutos em média. Uma pena, pois o elenco todo é muito bom. Esperamos que nessa segunda temporada, os roteiristas estejam mais inspirados.

Escala de tocância de terror:

Direção: Jemaine Clement e Taika Waititi
Roteiro: Jemaine Clement e Taika Waititi
Elenco: Kayvan Novak, Matt Berry e Natasia Demetriou
Origem: EUA

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RESENHA: Maria e João – O Conto das Bruxas (2020)

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Maria e João

MARIA E JOÃO – O CONTO DAS BRUXAS é inspirado num dos contos mais conhecidos dos irmãos Grimm que já foi adaptado várias vezes pras telas. Até uma versão estilizada estrelando o Gavião Arqueiro dos Vingadores já teve! Agora é a vez de Osgood “Oz” Perkins dar sua visão à história optando pelo horror de fato nos oferecendo uma fábula cruel e cabulosa típica dos contos originais. (mais…)

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RESENHA: Quando as Luzes se Apagam (2016)

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Quando as Luzes se Apagam

[Por Jarmeson de Lima]

Em sua essência, “Quando as Luzes se Apagam” é mais um drama familiar sobrenatural. Temos aqui uma mãe traumatizada, uma criança assustada, um pai desaparecido e uma filha rebelde compondo o núcleo principal desta produção que nos envolve em uma trama alegórica sobre o medo do escuro.
(mais…)

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