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PRODUTORA: Troma

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Sinônimo de sexo, drogas, rock’n’roll e exploitation no cinema, a Troma Entertainment é hoje a mais antiga produtora independente em atividade em todo o mundo. A empresa foi fundada por Lloyd Kaufman e Michael Herz em 1974, e já distribuiu mais de mil filmes em todas as regiões do mundo, produzindo dezenas de clássicos do trash.
A fórmula de sucesso e visibilidade da Troma foi simples: atores canastrões, efeitos pouco especiais, maquiagem barata e histórias surreais de terror, sci-fi e suspense, envolvendo mutações, invasores do espaço ou simplesmente psicopatas não convencionais.
toxic_avenger
Seu maior sucesso comercial foi “O Vingador Tóxico” (The Toxic Avenger, 1984), abusando de clichês e criando situações hilariantes, sempre no limiar entre a pretensão de seriedade e o escracho total. No enredo, um jovem faxineiro do clube de saúde de Tromaville é submetido a toda sorte de humilhações cotidianas por um grupo de brutamontes de sua escola. Certo dia, após ser atirado dentro de toneis de lixo tóxico, ele retorna, sob a alcunha de Vingador Tóxico, passando a perseguir gangues e corruptos da cidade.
Atualmente, a maioria dos filmes da Troma são lançados direto em vídeo, com alguns títulos sendo exibidos em mostras independentes e sessões especiais em cinemas. Além disso, a Troma ainda funciona como distribuidora, contando em seu acervo com clássicos e filmes de baixo orçamento vindos de produtoras já extintas ou com problemas financeiros.
Desde agosto do ano passado, a produtora mantém um canal no YouTube com mais de 100 filmes completos para serem vistos online. “Surf Nazis Must Die”, “Cannibal! The Musical”, “Invasion of the Space Preachers”, “Rockabilly Vampire”, a saga do Vingador Tóxico e muitos outros estão por lá: http://www.youtube.com/tromamovies.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=QI3a_Gc9ddo&w=420&h=315]

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RESENHA: #Alive (2020)

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Alive

O cinema sul coreano ganhou uma visibilidade incrivel nos últimos anos e hoje não é tão raro ver obras vindas de lá aportarem no cinema. Mas é claro que com a pandemia as coisas foram freadas e alguns filmes estão ganhando destaque via streaming. Este é o caso de #Alive, filme que estreou em seu país na reabertura dos cinemas com bastante êxito e está sendo distribuído mundialmente pela Netflix.

A trama acompanha um jovem rapaz, que sozinho no apartamento da família, tenta sobreviver a uma epidemia mortal que transforma os cidadãos em zumbis sedentos por carne humana. No passar de vários dias, com comida e água acabando e ataques cada vez piores das criaturas, o rapaz coloca em cheque a promessa que fez ao pai de sobreviver. E aos trancos e barrancos ele tentará cumprir o que foi pedido.

#Alive é um bom filme de zumbis que não coloca nada de novo na mesa, mas traz o básico que, em sua maior parte, é competente. O longa não enrola e logo nos primeiros minutos a confusão e o caos predominam. A primeira parte é a melhor, se passando em praticamente um único cenário, mostrando bem a sensação de solidão e medo do personagem com cenas de ação pontuais e mais comedidas. Vale comentar a ótima maquiagem dos monstros que lembram o conterrâneo “Invasão Zumbi” (Train to Busan).

Outra semelhança com o longa de zumbis mais famoso é a ambientação minimalista e o país. Sinceramente, essa sim deveria ser a sequência real dele, pois mesmo não sendo perfeita, se mostra bem superior à continuação oficial, chamanda “Península”.

Os problemas de #Alive vêm à tona em sua segunda metade, onde as sequências de ação se tornam inverossímeis demais (até para um filme de zumbis)… Meio que a produção se rende ao espetáculo ocidental apresentando exageros que tiram a atenção diversas vezes. O clímax acaba sendo forçado e emotivo demais querendo a todo custo arrancar lágrimas do público.

Concluindo… #Alive não é um divisor de águas do gênero, mas é divertido e tenso na maior parte de sua duração. Vale gastar o tempo assistindo as desventuras do protagonista e sua busca pela sobrevivência.

Escala de tocância de terror:

Título original: #Saraitda
Diretor: II Cho
Roteiro: II Cho,Matt Naylor
Elenco: Ah-in Yoo, Shin-Hye Park,Bae-soo Jeon e outros
País de origem: Coreia do Sul

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RESENHA: Dominação (2017)

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Dominação

[Por Felipe Macedo]

Estrelado por Aaron Eckhart e produzido por Jason Blum, “Dominação” (Incarnate) mais uma vez mostra a história de um jovem possuído por um demônio poderoso. Nosso herói aqui luta para derrotar o grande mal e salvar o dia. No entanto, o longa tenta vir com uma promessa de abordar o tema de uma forma diferente do que foi mostrado até hoje. (mais…)

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RESENHA: In Search of Darkness (2019)

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Search of Darkness

[Por Frederico Toscano]*

In Search of Darkness é um documentário com uma proposta simples e direta: destrinchar a produção de horror dos Estados Unidos da década de 80. Lançado em maio do ano passado, acabou não chamando tanta atenção no Brasil (ou mesmo lá fora), provavelmente por não ter recebido uma distribuição e divulgação mais abrangentes. O que é compreensível, já que o projeto não saiu de um estúdio convencional, sendo fruto de uma bem-sucedida campanha de arrecadação dos sites Kickstarter e Indiegogo.

Com a meta alcançada e os fundos garantidos, o diretor e roteirista David Weiner deve ter pensado que os apoiadores mereciam ver seu dinheiro bem empregado. E entregou um filme de quatro horas e meia de duração. E pensar que teve gente reclamando de O Irlandês(mais…)

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