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Resenhas

FILME: “Le Manoir du Diable” (1896)

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Le_Manoir

Texto de Carlos Primatti sobre “Le Manoir du Diable”, o primeiro filme de terror da história (dirigido por Georgés Meliés em 1896) que, numa justa homenagem, abriu a primeira sessão do Cineclube Toca o Terror ontem.

Crianças, curvai-vos, pois estais diante do filme que deu início a tudo isso. Durante anos procurei por este curta, considerado o primeiro filme de horror da história do cinema. É um sonho de consumo meu desde quando li sobre o filme na enciclopédia de horror editada por Phil Hardy, livro que ganhei por volta de 1989 ou 1990. Eu não sabia nem como começar a procurar pelo filme, mas ficava cada vez mais obcecado em ver essa relíquia. Quando começaram a surgir coletâneas de curtas e documentários sobre Georges Méliès, o realizador por trás dessa obra seminal, a primeira coisa que eu buscava era Le Manoir du Diable na lista de conteúdo. A curiosidade só amenizou um pouco quando vi um trechinho, talvez 10 ou 15 segundos, num documentário, se não me engano o La Magie Méliès. Ansioso, comentei com alguns poucos amigos que compartilham do meu entusiasmo diante desses fósseis em celulóide, mas ainda era pouco.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=OPmKaz3Quzo?feature=player_detailpage&w=640&h=360]

Texto completo aqui: http://cine-monstro.blogspot.com.br

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RESENHA: In Search of Darkness (2019)

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Search of Darkness

[Por Frederico Toscano]*

In Search of Darkness é um documentário com uma proposta simples e direta: destrinchar a produção de horror dos Estados Unidos da década de 80. Lançado em maio do ano passado, acabou não chamando tanta atenção no Brasil (ou mesmo lá fora), provavelmente por não ter recebido uma distribuição e divulgação mais abrangentes. O que é compreensível, já que o projeto não saiu de um estúdio convencional, sendo fruto de uma bem-sucedida campanha de arrecadação dos sites Kickstarter e Indiegogo.

Com a meta alcançada e os fundos garantidos, o diretor e roteirista David Weiner deve ter pensado que os apoiadores mereciam ver seu dinheiro bem empregado. E entregou um filme de quatro horas e meia de duração. E pensar que teve gente reclamando de O Irlandês(mais…)

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RESENHA: The Titan (2018)

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The Titan

Em mais uma aposta da Netflix na Ficção Científica, “The Titan” é uma prova que nem sempre a gigante do streaming acerta em suas produções. Veja bem, não é culpa da produção técnica em si (quase sempre impecável), mas de parte do roteiro e de seu ritmo. (mais…)

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SÉRIE: Coletivo Terror (2020)

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Coletivo Terror

Coletivo Terror (Bloodride), série norueguesa da Netflix, é uma produção em formato de antologia. São seis episódios com histórias independentes, durando cerca de 30 minutos cada. Os roteiros são diversificados, temos contos de fantasmas, psicopatas, lendas nórdicas, tudo no melhor estilo Além da Imaginação.

Three Sick Brothers

Muita gente pensa que escrever histórias curtas pode ser fácil, mas nem todo mundo é capaz de condensar uma ideia em um espaço de tempo limitado. Em certos casos é até mais difícil. E a série criada por Kjetil Indregard e Atle Knudsen tropeça justamente aí, falhando em dar ritmo aos capítulos e buscando sempre uma reviravolta que poucas vezes surpreende o espectador.

The Elephant in the Room

De algum destaque, listamos como bons argumentos os episódios Three Sick Brothers (E02), Lab Rats (E04) e The Elephant in the Room (E06). A intenção foi boa, mas uma coisa ou outra no roteiro acaba deixando-os menos interessantes do que poderiam ter sido. Lab Rats tinha tudo para ser ótimo suspense, não fossem os diálogos constrangedores.

Ultimate Sacrifice

Ultimate Sacrifice (E01), Bad Writer (E04) e The Old School (E05) são os responsáveis por jogar a nota do programa lá pra baixo, com histórias ruins, previsíveis e atuações que deixam a desejar. O primeiro principalmente por ser o único a fugir do lugar comum e focar em um fato histórico bem norueguês: a herança viking.

Talvez o formato de curtas empolgue quem procura um passatempo rápido e leve, mas não espere ser surpreendido em nada por Coletivo Terror. Se uma segunda temporada for confirmada pela Netflix, é bom os criadores começarem a se esforçar mais.

P.S.: Não entendi a relação com o ônibus da abertura.

Escala de tocância de terror:

Título original: Bloodride
Direção: Geir Henning Hopland e Atle Knudsen
Roteiro: Kjetil Indregard e Atle Knudsen
Elenco: Stig R. Amdam, Anna Bache-Wiig e Ellen Bendu
Origem: Noruega

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