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RESENHA: Stranded (2013)

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Por Júlio Cesar Carvalho
Antes de tudo, quero justificar o porque de eu ter teimado em assistir essa tosqueira. Além de ser um Sci-Fi de horror, o poster é legal e tem uma sinopse que parece ser boa: “Quatro astronautas isolados à bordo de uma nave espacial bio-cúpula, presenciam uma intercessão fantasmagórica após uma misteriosa tempestade de meteoros, levando à paranoia, medo e morte.” Legal, né? Não mesmo!
Vou contar mais ou menos o desenrolar inicial do filme só pra vocês terem ideia. O filme começa a rolar, apresenta a tal estação lunar, os quatro astronautas (três cuecas e uma mulher feinha) e com uns 5 minutos já começa uma chuva de meteoros que destroi boa parte da instalação pondo em risco a vida dos nossos heróis. Até aí, beleza… Mas eles inventam de coletar fragmentos desses meteoros e descobrem uns esporos orgânicos no núcleo da pedra. Os dois cientistas da equipe, um cara e a moça vão fazer os testes, obviamente. Num descuido, ela acaba se cortando e se infectando, mas esconde esse fato. Daí vocês já imaginam a merda que vai dar, né?
Fora isso, o elenco é medíocre. O espantoso não é nem o fato de ter Christian Slater, mas sim dele ainda ser chamado para o papel principal como capitão da nave. Nem preciso dizer que a atuação dele é ridícula, né? Mas o roteiro e a direção também não ajudam nem um pouco.
STRANDED-Image-02 (1)
O filme é de baixo orçamento. Isso é notório logo nos primeiros minutos quando é mostrada a estação lunar. Não só é óbvio que é uma maquete, mas que se tivesse sido feita de Lego seria mais bem feita. Rola até uns CGIs bonitinhos nas interfaces dos equipamentos e os efeitos gores são regulares.
Na verdade, o suspense é zero. A ameaça é ridícula e o andar do filme é muito chato graças ao diretor: Roger Cristian. Esse cara é nada mais nada menos que o diretor daquele filme horrível, com John Travolta, chamado: A RECONQUISTA. Mas em minha defesa aviso logo que eu só descobri isso depois que pesquisei sobre ele.
Enfim, eu não vou contar mais pois se você for assistir, é por sua conta e risco. Mas reforço: A direção é ruim. Não há efeitos, apenas defeitos. As atuações são inexistentes e a sinopse mente. Fique longe dessa tosqueira.


Mas se quiser boas dicas de filmes de terror envolvendo o espaço sideral, a melhor pedida é ouvir este programa:
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SÉRIE: What We Do in the Shadows (2019)

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What We Do in the Shadows

Na próxima quinta (15 de abril), estreia no canal FX dos EUA a segunda temporada de What We Do in the Shadows, série baseada no filme de mesmo nome lançado em 2014. Aqui no Brasil, sua primeira temporada foi exibida no ano passado pela Fox Premium. Vamos aproveitar então o retorno do programa lá fora para tecer algumas linhas sobre a atração.

Se você assistiu ao filme, fique sabendo que a mecânica é a mesma do longa. Uma equipe de filmagem que nunca aparece acompanha a rotina de três vampiros centenários que vivem na mesma casa e tentam se adequar ao mundo moderno. A principal mudança em relação à obra original é que a história se passa nos EUA, mais precisamente em Staten Island, Nova York.

O elenco também é outro Com a adição de uma personagem feminina, Nadja (Natasia Demetriou), e do lacaio Guillermo (Harvey Guillén), o trio de vampiros se completa com Nandor (Kayvan Novak) e Laszlo (Matt Berry). Há ainda um personagem recorrente, Colin Robinson (Mark Proksch), um humano que se apresenta como “vampiro de energia” e que se alimenta da força vital das pessoas, deixando-as entediadas.

A vida deles segue tranquila, até que eles são obrigados a receber como hóspede o barão Afanas (Doug Jones coberto de maquiagem, para variar), um vampiro milenar que vem da Europa e sonha em conquistar a América. Apesar desse ponto de partida, o enredo não se apega muito a ele. Como seriado, What We Do in the Shadows é basicamente uma sitcom, na qual o roteiro tenta brincar com os clichês da mitologia e da cultura pop.

No filme isso deu muito certo, mas ao longo de 10 capítulos, a série não se sustenta. Há momentos brilhantes, mas eles são raridades. Destaque para os episódios The Trial, com a participação de vários atores que interpretaram vampiros no cinema (como Wesley Snipes e Danny Trejo), e The Orgy, no qual, como o próprio nome diz, uma orgia vampírica é organizada, sem muito sucesso.

Porém, a impressão que fica é que assistir What We Do in the Shadows é um grande esforço para poucas risadas, mesmo que seus capítulos tenham apenas 30 minutos em média. Uma pena, pois o elenco todo é muito bom. Esperamos que nessa segunda temporada, os roteiristas estejam mais inspirados.

Escala de tocância de terror:

Direção: Jemaine Clement e Taika Waititi
Roteiro: Jemaine Clement e Taika Waititi
Elenco: Kayvan Novak, Matt Berry e Natasia Demetriou
Origem: EUA

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RESENHA: Maria e João – O Conto das Bruxas (2020)

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Maria e João

MARIA E JOÃO – O CONTO DAS BRUXAS é inspirado num dos contos mais conhecidos dos irmãos Grimm que já foi adaptado várias vezes pras telas. Até uma versão estilizada estrelando o Gavião Arqueiro dos Vingadores já teve! Agora é a vez de Osgood “Oz” Perkins dar sua visão à história optando pelo horror de fato nos oferecendo uma fábula cruel e cabulosa típica dos contos originais. (mais…)

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RESENHA: Quando as Luzes se Apagam (2016)

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Quando as Luzes se Apagam

[Por Jarmeson de Lima]

Em sua essência, “Quando as Luzes se Apagam” é mais um drama familiar sobrenatural. Temos aqui uma mãe traumatizada, uma criança assustada, um pai desaparecido e uma filha rebelde compondo o núcleo principal desta produção que nos envolve em uma trama alegórica sobre o medo do escuro.
(mais…)

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