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SÉRIE: Les Revenants

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“Les Revenants” é o nome de um seriado francês lançado no final de 2012 pelo Canal +. Criada por Fabrice Gobert, a produção adapta e desenvolve em formato para a TV o filme de mesmo nome, produzido originalmente em 2004 por Robin Campillo.
Possivelmente você achará a história um tanto quanto similar a “Incidente em Antares” ou mesmo “Dellamorte Dellamore”. Em “Les Revenants”, pessoas que morreram há alguns anos voltam a vida e retornam para suas respectivas casas como se nada tivesse acontecido. Ninguém entende como e por que essas pessoas ressuscitaram e porque estão agindo assim.
Obviamente, um de seus maiores problemas é se readaptar à sociedade após as diversas mudanças ocorridas enquanto estavam mortos. Além disso a cidade passou a conviver com estranhos acontecimentos, como quedas de energia e irregularidades no nível do rio que a cruza.
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Com apenas oito episódios na primeira temporada, a série conquistou a atenção do público europeu. Os produtores comemoram ainda o fato de terem vendido os direitos do seriado para Israel e Hong Kong, além de ter sido exibido na Inglaterra com o nome original, sem dublagem e com legendas.
E se uma série faz sucesso na Europa, logo os executivos norte-americanos querem ter sua fatia do sucesso. Por isso não estranhe quando estrear “Ressurection”, uma adaptação bem oportunista da história pelo canal ABC com novos atores e falada em inglês.
Não há data para o seriado chegar ao Brasil, mas com o sucesso da série internacionalmente é muito provável que este dia não demore em chegar. Sabendo disso, corra para ver “Les Revenants” logo antes de sair a segunda temporada.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=J6Z4HSlXGTM&w=640&h=360]

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  1. Pingback: RESENHA: Life After Beth (2014) | Toca o Terror

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RESENHA: O Farol (2019)

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[Por Rodrigo Rigaud]*
Após A Bruxa, difícil resistir a lançar holofotes sobre o novo longa de Robert Eggers – ainda o segundo de sua carreira. Para quem mergulhou no universo de isolamento, fanatismo, loucura e fantasia – um horror, de fato – de seu filme debut, O Farol (The Lighthouse) poderá soar como um naufrágio na potência de seu cinema. (mais…)

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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marianne
[Por Felipe Macedo]

Histórias de bruxas sempre fascinaram o público. Sejam elas voltadas pra algo mais assustador ou infantil, essas personagens sempre causaram certo impacto. A lenda da bruxa má povoa nossa imaginação desde a infância em histórias como “João e Maria” e depois na vida adulta em filmes como “ Suspiria ”.

A Netflix sabendo do interesse sobre o tema e na falta de produções atuais sobre o assunto, trouxe recentemente para seu catálogo a série francesa “Marianne” prometendo noites insones para o público. A trama acompanha Emma, uma jovem escritora de bastante sucesso devido a uma série de livros onde a bruxa Marianne, literalmente toca o terror. Forçada a voltar para a cidade de Eden, uma pequena cidade costeira na França, lá ela descobre que sua personagem é real e está a procura de algo. Agora cabe a Emma e seus amigos de infância colocarem um fim no reinado de terror de Marianne.

Bem, qualquer semelhança com algumas historias de Stephen King não é mera coincidência. É notável a influência do autor em toda a história. O clima soturno e uma criatura realmente maligna norteiam a trama com alguns momentos cabulosos. Pena que isso não dure muitos episódios. Apesar de ter bastantes clichês do gênero, no começo a série me prendeu e logo em seguida me fez revirar os olhos diversas vezes. A tentativa de humor, no entanto, é totalmente descabida, sem agradar em nenhum momento gerando até irritação em uma quebra de clima.


O formato de série não ajudou no desenvolvimento dos demais personagens. Tirando Emma e Marianne, os outros são apenas estereótipos de filmes de terror. Pra piorar não são carismáticos e a medida que somem ou morrem na história, isso não acarreta peso algum. E isso é um grande problema no roteiro. A falta de consequências em situações que deveriam repercutir são esquecidas rapidamente. Num filme, isso é compreensível pela questão do tempo, mas numa série? Parece preguiça mesmo.

O número de episódios também poderia ter sido reduzido para no máximo uns seis. Tanto é que no meio da temporada temos muita encheção de linguiça. No fim, “Marianne” tem uma premissa boa, uma vilã realmente aterradora, mas os jumpscares em desmasia e a tentativa a todo custo de parecer um enlatado americano tiram muito de sua graça.

Escala de tocância de terror:

Criador: Samuel Bodin
Elenco: Victorie Du Bois, Lucie Boujenah, Alban Lenoir e outros
País de origem: França
Ano de lançamento: 2019

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