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DICA: A Casa que Pingava Sangue (1971)

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house_that_dripped_blood_FOR_JC05647_LPor Queops Negronski
Produção da Amicus com roteiro de Robert Bloch (Psicose) e Russ Jones (criador da revista Creepy), “A Casa que Pingava Sangue” é dividido em segmentos e mostra a investigação de um policial da Scotland Yard (John Bennet) sobre o destino de um ator que desapareceu, sendo que a última morada dele foi a casa que dá nome ao filme.
Method for Murder“, a primeira história, mostra Denholm Elliot (Uma Ponte Longe Demais, Indiana Jones e a Última Cruzada, entre muitos outros), escritor de livros de horror há tempos sem inspiração que espera que a atmosfera idílica do lugar lhe traga de volta a verve, o que realmente acontece, mas não do jeito que ele esperava.
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Wax Works“, a segunda, traz Peter Cushing vivendo um solitário de coração partido que reencontra o amor perdido na figura de uma estátua de cera numa exposição de teor sinistro em um museu idem (a sequência do sonho de Cushing é a cereja do bolo desse filme).
A terceira parte, “Sweets to the sweet“, nos brinda com a presença de Christopher Lee (dando um show de canastrice) interpretando um viúvo que vai morar na casa junto com a filha pequena, uma criança que é impedida de ter contato com outras pessoas da mesma idade a até mesmo de ter brinquedos(!).
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Esse comportamento começa a ser desvendado com a chegada de uma professora contratada para ensinar a menina e por fim, “The Cloak“, que mostra o motivo que levou a Scotland Yard a investigar o caso. John Pertwee (que encarnou o Dr. Who entre as temporadas de 1970-1974) vive um decadente ator de filmes de horror contratado para trabalhar num filme de vampiros, que, insatisfeito com o figurino ofertado pela produção, decide ele mesmo ir atrás de uma capa de vampiro mais condizente com o personagem que vai interpretar e a partir daí as coisas mudam de figura.
A Casa que Pingava Sangue“, mesmo não sendo uma pérola da originalidade, é honesto, divertido e uma excelente pedida para os fãs do gênero.
Título original: The House That Dripped Blood
Direção: Peter Duffell
Roteiro: Robert Bloch
Elenco: John Bryans, John Bennett, Christopher Lee
Origem: Reino Unido

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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