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PERFIL: Kurt Russell

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Alguns fatos que talvez você não saiba a respeito do ator Kurt Russell:

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  • Seu nome completo é Kurt Vogel Russell.
  • Tem um filho ao lado da atriz Goldie Hawn com quem mora junto há 30 anos.
  • É piloto licenciado pela Federal Aviation Administration – FAA e membro da National Rifle Association – NRA.
  • [youtube http://www.youtube.com/watch?v=nix_PID3oiA&w=420&h=315]

  • Fez teste de elenco para ser Han Solo em Star Wars e Flash Gordon no filme de 1980.
  • Nas filmagens de The Thing, o ator quase se acidentou de um jeito sério durante a cena da explosão de dinamite. Ele não imaginava que a explosão seria tão grande quanto foi e a sua reação na cena foi real.
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  • A presença de Lee Van Cleef em Fuga de Nova York fez ele criar uma voz estilo Clint Eastwood para Snake Plissken, seu personagem favorito de todos os tempos.
  • Fez cinco filmes ao lado do amigo e diretor John Carpenter, e mesmo assim recusou um papel em The Fog.
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  • Faz a maioria de suas cenas de ação sem precisar de dublê.
  • Concorreu com Mickey Rourke, Sylvester Stallone e Ving Rhames para o papel de Stuntman Mike em À Prova de Morte. Robert Rodriguez foi quem decidiu por Tarantino em colocá-lo no elenco do filme.
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    SÉRIE: Reality Z (2020)

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    Reality Z

    Apesar do enorme sucesso que fez a última edição do Big Brother, a impressão é que Reality Z, produção brasileira da Netflix que parodia o programa, chegou atrasada. Principalmente pelo fato de ela ser remake de uma minisérie inglesa de 2008: Dead Set. Naquela época, os zumbis estavam na crista da onda, mas hoje em dia, até sucessos como The Walking Dead lutam para se manter de pé.

    Em Reality Z, temos uma atração de TV no mesmo formato do BBB que toma conta da vida dos brasileiros, sobretudo nas redes sociais. Enquanto o povo se diverte com as confusões que culminam nas eliminações dos participantes, o apocalipse zumbi explode no Rio de Janeiro. Não demora para que os mortos vivos cheguem ao estúdio e virem uma ameaça para os confinados.

    O roteiro alterna entre duas tramas, uma fora e outra dentro das dependências do programa para que em um determinado momento todos os personagens se encontrem no ambiente de confinamento. Curiosamente, cada uma tem um tom diferente. Na emissora, o clima é de comédia, brincando com os clichês do Big Brother, como brigas entre os confinados, e criticando os executivos e TV que buscam audiência a qualquer custo.

    Do lado fora, o drama toma conta. Enquanto fogem dos zumbis, mãe e filho se encontram com políticos e policiais corruptos, em meio a um Rio de Janeiro destruído. Mesmo com personagens caricatos demais, é interessante ver alguns debates atuais no Brasil inseridos em um contexto apocalíptico, já que vemos sempre isso em produções estrangeiras.

    Na parte técnica, Reality Z faz o ‘feijão com arroz’ suficiente para dar consistência aos seus mortos vivos corredores. Mesmo com uma escorregada aqui e ali, as atuações são satisfatórias e o roteiro flui. Mas, como foi dito anteriormente, a série parece deslocada no tempo, depois de tanta coisa já feita no gênero.

    Será que um fã de horror, que já viu e reviu a obra de George A. Romero, ainda aguenta assistir a mais um ‘fim do mundo’? Provavelmente não. Mas se a bagagem cultural do espectador não for tanta e se ele tiver boa vontade sobrando para dar chance a uma produção nacional, Reality Z é totalmente feita para esse público. E dá pro gasto.

    Escala de tocância de terror:

    Direção: Cláudio Torres e Rodrigo Monte
    Roteiro: Cláudio Torres e Rodrigo Monte
    Elenco: Sabrina Sato, Ana Hartmann, Ravel Andrade e Luellem de Castro
    Origem: Brasil

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    RESENHA: A Torre Negra (2017)

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    A Torre Negra

    [Por Felipe Macedo]

    Stephen King é um dos dos autores mais adaptados do cinema e em meio a tantos filmes, a maioria é de qualidade duvidosa. Poucos são os que merecem ser dignos de menção. O novo longa baseado em sua obra é inspirado na série de livros A Torre Negra e que de acordo com o próprio King bebe da fonte de Tolkien na construção do universo e criaturas fantásticas. (mais…)

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    RESENHA: Macabro (2020)

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    Macabro

    O fã de horror nacional é, antes de tudo, um otimista. A torcida pelos realizadores brasileiros é grande, ainda mais quando um filme como Macabro é anunciado. O longa dirigido por Marcos Prado (Paraísos Artificiais, O Mecanismo) se baseia em um dos casos mais sinistros dos anos 90: os irmãos necrófilos de Nova Friburgo, dois jovens que assassinavam mulheres e abusavam sexualmente dos seus cadáveres.

    O filme relata a história sob o ponto de vista do Sargento Teo da PM (Renato Góes), personagem que carrega consigo o drama de ter matado um inocente por engano em uma operação policial. Esse equívoco é justamente o que o leva de volta ao interior do Rio de Janeiro, já que um sucesso na nova investigação poderia apagar tal mancha em sua carreira. Mas na cidade onde cresceu, além dos criminosos, Teo enfrenta seus próprios fantasmas: a morte da mãe, a relação com os tios que lhe criaram e o amor de infância pela prima.

    Estabelecido o cenário inicial, a história de Macabro nos leva ao caso dos irmãos e o roteiro acerta muito quando lhes dá aspectos animalescos e irracionais, de algo que não pode ser contido com palavras, apenas na base da violência. Mostrar a população inteira armada, pronta para reagir de forma brusca, deixa o espectador inserido em um ambiente de medo, junto com as potenciais vítimas. Algumas cenas também assustam, mérito da direção.

    Mas os acertos não vão muito além disso. Ao mesmo tempo em que o roteiro esconde certos pontos, para não entregar nada de mão beijada, o texto escorrega em não responder questões que ele mesmo levanta. Procurando explicações para o que teria transformado aqueles irmãos em verdadeiros monstros, Teo se depara com indícios de abuso doméstico, racismo, pedofilia e até o clichê ‘magia negra’, mas nada fica claro, nem ao menos subentendido. Os pontos simplesmente não se juntam. Há furos demais para uma história que não se propõe a uma grande reviravolta, já que ela caminha o tempo todo para o mesmo desfecho da vida real.

    Por outro lado, o nível técnico impressiona e fica acima de média das produções de horror e suspense brasileiras, com destaque para a fotografia e a direção de arte. Isso talvez baste para o grande público. No último dia 8, por exemplo, Macabro conquistou o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular do Brooklyn Film Festival, em Nova York. Com isso na bagagem, pode ser que o longa leve um bom número de pessoas aos cinemas quando a quarentena passar. Tomara.

    Escala de tocância de terror:

    Direção: Marcos Prado
    Roteiro: Rita Glória Curvo e Lucas Paraizo
    Elenco: Renato Góes, Amanda Grimaldi e Guilherme Ferraz
    Origem: Brasil

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