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DICA: Alien Isolation (2014)

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Por Júlio César Carvalho

Esse ano, o ser mais amado e temido da cultura pop fez 35 anos e não estou falando de Deus, mas sim do xenomorfo do clássico do cinema Sci-Fi Horror: ALIEN – O OITAVO PASSAGEIRO. Claro que fazer uma maratona dos filmes é sempre uma ótima pedida, mas tem novidade para os gamers de plantão: ALIEN ISOLATION.

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Lançado em outubro, o jogo segue a linha survival horror. Diferentemente de títulos já consagrados no estilo como a franquia Silent Hill ou Dead Space, aqui a protagonista da vez, Amanda Rripley (filha da icônica tenente Ellen Ripley) não tem armas sofisticadas ou algo do tipo para enfrentar a criatura. Ou seja, é fugir, se esconder ou morrer. Essa mecânica não é novidade pois o ótimo jogo de baixo orçamento Outlast (2014) fez bonito por utilizar-se dessa arte manha para se diferenciar dos grandes títulos proporcionando sustos épicos nos jogadores.

Produzido pela The Creative Assembly e publicado pela Sega, Alien Isolation se passa 15 anos depois dos eventos da nave Nostromo do filme de 1979. Amanda Ripley é enviada pela Weyland-Yutani para a estação espacial Sevastopol que detém a caixa-preta da Nostromo afim de investigar o conteúdo da mesma e assim descobri paradeiro de sua mãe.

O visual é bonito contando com ótimos gráficos e uma direção de arte que está de parabéns por nos conceber ambientes futuristas dos anos 70 assim como no filme em que foi inspirado. A furtividade é essencial pra sobrevivência da protagonista que não vai ter armas a sua disposição pra enfrentar o xenomorfo quando estiver cara a cara com o dito cujo. A imersão é muito boa e proporciona momentos bem tensos, principalmente quando a criatura te acha você que tem de fugir e se esconder.

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O jogo vem tendo boa receptividade sendo considerado um dos melhores lançamentos de 2014 no estilo. Claro que nem tudo é perfeito tendo momentos meio chatos por se tornar um pouco repetitivo, mas vale muito a pena a experiência principalmente para os fãs da franquia. Este que vos escreve, por exemplo, teve altos sustos e não se arrependeu. Aconselho que para melhor aproveitar o clima de Alien Isolation jogue no escuro e com bons headphones. O jogo está disponível para PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One.

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DICA DA SEMANA: 13 Fantasmas (1960)

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13 Fantasmas

Se 1 fantasma já dá medo, imagine ter que lidar com 13 ao mesmo tempo em uma casa. Essa é a premissa de um filme que já entrega de cara e sem rodeio o que veremos: “13 Fantasmas” (13 Ghosts), produção de William Castle que obviamente deu bem o que falar quando foi lançado há 61 anos.

Quem ligou o nome à pessoa sabe que Castle era o “rei da munganga” no cinema dos anos 50 e 60 sempre dando um jeitinho de apimentar as sessões de seus filmes de formas inusitadas. Em “Força Diabólica” (The Tingler), ele colocou botões pra dar choque nos espectadores; em “A Máscara do Horror” (Mr. Sardonicus), ele praticamente inventou o “Você Decide“… e por aí vai.

Nesta produção tipicamente modesta mas bem produzida, o diretor instruía o público a colocar uma espécie de “óculos 3D” para visualizar os fantasmas que apareciam em cena. E apesar da tecnologia 3D já estar em uso há alguns anos, a técnica dele chamada de “Illusion-O” era mais arrojada, com sequências em cores que tinham contraste com as lentes dos óculos que a plateia recebia e colocava no rosto a cada indicação na tela.

Mas tirando esta parte “interativa”, “13 Fantasmas” por si só garante a diversão. Claro que tem uma história meio batida como a de uma família que recebe a herança de um antepassado e que precisa de alguma forma passar uns dias em uma casa sinistra. O que eles não contavam é que o excêntrico Dr. Zorba tinha o hábito de capturar fantasmas pelo mundo e guardá-los em um dispositivo na casa onde a família precisa ir.

Em termos estéticos, os fantasmas que aparecem até lembram aquelas assombrações dos curtas de Lumiére e Segundo de Chomón com cenas sobrepostas em cenários filmados. Além dessas referências e da história que não traz muitas surpresas, “13 Fantasmas” também é marcante por ser um dos primeiros filmes do cinema norteamericano a usar a tábua Ouija da forma como conhecemos, com direito a um baita susto nos personagens e nos espectadores.

Para saciar sua curiosidade a respeito dessa obra de William Castle, acesse o catálogo do Plex em seu computador ou em Smart Tvs e finja que o remake dos anos 2000 nunca existiu.

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DICA DA SEMANA: O Ataque Vem do Polo (1957)

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O Ataque Vem do Polo

Quando se fala em “pior filme do mundo”, muita gente já tem na cabeça Plano 9 do Espaço Sideral, do nosso amado Ed Wood. Algumas vezes, no entanto, Robot Monster, de Phil Tucker, também entra na jogada. Mas se fomos fazer a santíssima trindade dos filmes desgraçados, com certeza, teríamos os dois e mais um, que muitas vezes fica esquecido, mas que tem seu valor nessa categoria: O Ataque Vem do Polo (The Giant Claw, 1957).

Se você pesquisa filmes de horror pela internet, já deve ter se deparado com a imagem de um pássaro gigante que parece ter saído de algum parque de diversões do interior, mas na verdade esse é o vilão desse filme. Se liga na sinopse: essa ave é um ser alienígena, de um universo de antimatéria, seja lá que diabo é isso, que possui velocidade supersônica e decide atacar a terra.

Mas o que menos importa é o enredo dessa pérola, O Ataque Vem do Polo está aqui como dica, por causa da história bizarra que envolve a sua produção. O diretor Fred F. Sears teve a carreira e, dizem, até a vida arruinada por essa produção. Ele foi vítima das maracutaias do produtor Sam Katzman, que prometeu efeitos especiais de última geração e entregou um mamulengo com asas e bico.

Segundo um texto bem explicadinho do blog Cine Space Monster, Fred F. Sears se isolou após a vergonhosa sessão de estreia do longa e foi encontrado morto, meses depois. O fã de horror sabe que, algumas vezes, o que se passa por trás das câmeras é tão importante quanto o que vai para as telas. Por isso, para ter o carimbo de ‘cinéfilo hardcore do horror’, tem que ver O Ataque Vem do Polo sim! Tem no Tubi e no YouTube.

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DICA DA SEMANA: Massacre na Festa do Pijama (1982)

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Slumber Party Massacre

Os slashers estão voltando com tudo! E para o final deste ano teremos fortes emoções para quem é fã de filmes do tipo. O próximo na lista de slashers a serem lançados e que ganha um remake é “Massacre na Festa do Pijama” (The Slumber Party Massacre), longa de 1982 de Amy Holden Jones que tem uma certa aura junto aos demais filmes da época. Ele merece ser revisitado não só para poderemos depois comparar com o novo remake, mas ainda por ter certas particularidades que o diferem (um pouco) dos demais longas produzidos na época.

Vamos à história: Na ausência dos seus pais, uma garota promove uma festa do pijama com suas amigas mais próximas com uma ocasional presença de garotos para apimentar a noite. Infelizmente a confraternização terá ainda a presença de um penetra fugido de um hospício local que munido de uma furadeira causará caos e mortes. Será que alguma das moçoilas sobreviveria a esta noite?

Massacre na Festa do Pijama” não reinventa a roda, pelo contrário, se utiliza de vários clichês como o famigerado susto do gato. A diferença aqui é que o longa foi dirigido e roteirizado por mulheres trazendo questões do universo feminino de forma bem natural. As atrizes passam a impressão que de fato são amigas e até dá pra sentir um pouco de dó na medida em que cada uma delas vai pra cova.

A direção é decente o suficiente para entreter e entregar alguns momentos de gore. Ainda assim, hoje em dia algumas situações foram tão usadas e reusadas que não causam mais impacto, acontecendo exatamente o contrário da tensão passando um efeito cômico sincero. A trilha sonora que tenta emular o do clássico “Halloween” (1978) é a cereja do bolo dessa divertida obra. A modo de curiosidade, quem ajudou a produzir o longa de Amy Holden foi ninguém menos que o lendário Roger Corman.

Então se prepare para uma viagem nostálgica aos anos 80 e se divirtam com as desventuras das garotas e seu “maligno” algoz. É o tipo de filme que de tão direto, ainda passa rapidinho, dando até aquela tentação de assistir as sequências numa noite só. As sequências por enquanto, podem ser vistas no YouTube e o original no catálogo da Darkflix.

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