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RESENHA: Assim na Terra Como no Inferno (2014)

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Assim-na-terra-como-no-inferno-poster-br[1]Por Geraldo de Fraga

Assim na Terra como no Inferno (As Above, So Below – 2014) deveria ter entrado em cartaz no Brasil nesse fim de ano, mas sua exibição acabou sendo cancelada. A verdade é que o público brasileiro não perdeu nada. O filme, escrito e dirigido por John Erick Dowdle, junta-se à lista de maiores decepções de 2014. Mais um found footage cheio de clichês, imagens tremidas e roteiro vergonhoso.

A história conta a aventura da arqueóloga Scarlett Marlowe (Perdita Weeks) que trabalha em uma busca incansável pela Pedra Filosofal (sim, aquela mesmo dos alquimistas). Após investigar durante algum tempo, ela descobre que a tal pedra pode estar escondida na catacumbas de Paris (estava demorando para alguém usá-las como cenários de um filme de horror).

Assim-na-Terra-Como-no-Inferno-fotos-3[1]

Com essa informação em mãos, ela contrata uma equipe especializada em levar pessoas às catacumbas e parte para encontrar o famoso objeto. Lá dentro, coisas estranhas acontecem. Se você decidir encarar o filme, saiba que não verá nada de novo nem de criativo. É mais um daqueles filme que chamam a atenção antes de estrear, só Deus sabe porque, mas depois que todo mundo vê caem no esquecimento. Ê sofrência!

Nota: 1 (de 10)

Título original: As Above, So Below
Direção: John Erick Dowdle
Roteiro: John Erick Dowdle e Drew Dowdle
Elenco: Perdita Weeks, Ben Feldman e Edwin Hodge
Origem: EUA

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1 comentário

  1. Bya Dani

    27 de dezembro de 2014 a 17:36

    Já foi feito um filme de terror/suspense nas catacumbas de Paris. Chama-se Catacumbas, de 2007, e tem Shannyn Sossamon e Pink no elenco.

  2. Fernando

    31 de dezembro de 2014 a 12:04

    Caramba, tantos filmes e só decepções….que pena…

  3. Xablau

    12 de janeiro de 2015 a 15:47

    eu não entendi o final desta porra eles inverteram a gravidade???

    • Gabriel Sanches II

      5 de abril de 2015 a 19:35

      Eu também não, mas acho que isso tem haver com aquela frase dos alquimistas: ”Assim encima como embaixo.” Pois também tem alguma coisa haver com a capa do filme. Mais uma coisa que eu não entendi, foi aquela parte onde, ela volta e bota a pedra no lugar e vê aquele ouro (eles tinham falado que a pedra filosofal transforma pedra em ouro) ta, então como ela só esfregou o ouro e deu um beijo no cara e ele ressuscitou ? Porque a pedra da o poder de imortalidade para quem a possuía ?

    • Breno

      7 de dezembro de 2015 a 03:56

      É meio que um jogo de lógica. Se você perceber eles caíram em um buraco enorme, logo após isso, eles ficaram encurralados e quando acharam a tampa tiveram que empurrar ela contra a rua, ou seja eles entraram em um canto do mundo, passaram pelo “inferno” e saíram do outro lado do globo. Há coisas que não faz sentido como por exemplo uma tampa de bueiro numa rua qualquer ser um túnel imenso sem utilidade, como também segundo a ciência, é impossível alguém passar pelo centro da terra de uma lado atravessando para o outro mesmo que fosse uma linha reta, pois a gravidade faria a pessoa ficar flutuando exatamente no meio dela. O filme é uma mera fantasia. Forte abraço

    • André

      9 de fevereiro de 2016 a 17:36

      Ela quando esfregou o ouro viu-se a si mesma.. a pedra filosofal é ela mesma, foi isso que quis dizer, ela arrependeu-se e pôs lá a pedra de novo e assim conseguiu descobrir qual era a verdadeira pedra filosofal, “o mundo é como acreditas que ele seja”, baseando-nos nisto, se ela acreditar que o consegue curar então ela consegue, ou seja, ela é a própria pedra filosofal tal como todos nós… Espero ter ajudado na compreensão.

    • angelica salete junkes koerch

      29 de maio de 2016 a 19:39

      que eles procuram tesouros!!

  4. Snake Plinsken

    6 de fevereiro de 2015 a 13:38

    Curti de mais essa filme , só fiquei meio perdido com a parada da pedra, ela pega… cura, depois ela não é a pedra de verdade ai devolve, e depois ela se olha beija o cara e cura o cara ??

    • Jean

      2 de março de 2015 a 09:56

      é que a verdadeira pedra era ela ou o seu coração sla msé um dos dois, e a outra pedra era falsa e os egípcios faziam armadilhas e envolve coisas antigas como armadilhas para despistar eles

  5. Allyson Matheus

    4 de outubro de 2015 a 02:52

    Até a parte em que ela volta e coloca a falsa pedra no lugar estava tudo bem, mas logo após essa parte do filme meu cérebro deu um bug e só depois de muito tempo viajando eu fui inferir do filme uma significância.

    O que eu pude entender do FINAL foi que quando ela coloca a falsa pedra no lugar e esfrega a esfera dourada e se vê refletida, ela encontra a pedra filosofal, ou seja, ela mesma. É ela que é o tesouro. A partir desse momento ela deixou todos os seus arrependimentos para trás, no momento em que perdoa o pai e no momento em que se entrega ao seu amor beijando-o. De alguma maneira, as catacumbas refletiram aos personagens os seus infernos pessoais, todos que morreram, morreram por causa de algum erro do passado que os atormentava, todos, é só prestar atenção. Assim eles só puderam sair dos “infernos” que estavam expostos á eles depois que a moça disse que era necessário deixar (ou perdoar) o seu pior arrependimento, para assim sair de lá.

    Achei esse final meio fraco pois não é só de uma coisa de que nós nos arrependemos, eu, e com certeza você meu caro que chegou até aqui pacientemente e leu tudo isso tem muitas coisas de que se arrepender, e meio que todas elas moldam sua vida de alguma maneira, creio que só uma delas, mesmo que a pior, não vá ter total significância na sua existência xD.

    INDO ALÉM DO FINAL DO FILME

    Os princípios da alquimia se resumem na compreensão, decomposição e recomposição das coisas. A partir do momento que ela COMPREENDE que o maior tesouro é ela mesma, eu suponho, veja bem, suponho, que a personagem ganha o tão ressaltado poder que gira em torno da lenda da pedrA filosofal. Acredito que após a compreensão que ela teve, ela agora pode realizar, digamos, “magias” ou simplesmente ter ganhado um conhecimento absurdo das coisas do universo. Mas bem, essa é só uma teoria meio louca com pouco fundamento mas que faz você pensar sobre como são as coisas que regem os mistérios dessa vida xD !

  6. pinkku

    6 de dezembro de 2016 a 18:43

    Esse filme é muito bom, tem uma ótima pegada e uma ideia nova e clássica do terror psicológico. Te envolve do começo ao final e eu não vejo nada de errado com os clichês. O importante do clichê é ser clichê, mas da própria maneira. E é nisso que o filme te surpreende. Adoro filmes de terror e esse é muito melhor do que outros que nós vemos por aí. Também vale a pena de olhar por causa do bug cerebral no final.

  7. Vanessa Mesquita

    16 de abril de 2017 a 23:52

    Me desculpe, mas essa resenha é MUITO fraca, não diz nada sobre o desenvolvimento do filme, apenas diz “gostei não, galera” e pronto. Não é assim que se faz resenha não, estou decepcionada.

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SÉRIE: O Grito – Origens (2020)

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O Grito - Origens

O J-Horror ficou mundialmente conhecido no início dos anos 2000 devido ao sucesso do remake americano de “O Chamado” (2002). Tempos depois aportava em cinemas do mundo todo “O Grito” (2004) outro remake de uma obra oriental e também um enorme sucesso comercial.

A primeira metade dessa década ficou marcada por um número imenso de remakes orientais, além da grande distribuição das obras originais. Mas tudo em excesso é ruim e chegou um momento em que ficamos saturados desses remakes e continuações.

Nos tempos atuais até tivemos uma tentativa de reviver essas franquias, como aconteceu com o próprio “O Grito” que recebeu um horrendo reboot americano no começo do ano. Meses depois deste lançamento, uma série da Netflix realizada no seu país de origem, tem a proposta de contar o inicio do maldição que assombra os espectadores ao longo dos últimos 16 anos.

A série “O Grito – Origens” segue várias linhas de tempo durante as décadas de 60, 80 e 90, e entre idas e vindas, mostra como uma casa se tornou maligna e como isso afligia a vida dos seus desafortunados residentes ou quem ousasse entrar no local. Um pesquisador paranormal e autor de livros de terror adentra na história e tenta descobrir o que de fato ocorre nessa teia de desgraças que ocorre por lá.

Servindo como prequel para a franquia original de filmes, a série aparentemente prometia desvendar a origem do ódio de Kayako e sua família por todos que entrassem em seus domínios… mas já adianto que a vilã principal da franquia cinematográfica não deu as caras pelo menos na tela nessa primeira temporada. Aqui conheceremos outras assombrações que residiam no local beeem antes.

Eu confesso que nunca morri de amores pelos filmes. Sempre achei bem medianos e acabei topando ver a série num quase prazer culposo e com a mínima esperança de que fosse algo bom. Infelizmente não foi o caso. A estrutura narrativa de idas e vindas no tempo é confusa com muitos personagens pouco ou zero aproveitados. O uso de temas polêmicos jogados na tela só para chocar o espectador me incomodaram bastante principalmente por serem cenas descartadas pouco tempo depois.

Agora vou ter que dar um leve spoiler, pois a cena que encerra o primeiro episódio e tem continuidade no seguinte pode ser um gatilho para muitas pessoas. No caso, há um estupro que é mostrado de forma fetichista e objetificada, e suas consequências são de uma irresponsabilidade gritante. Entendo que a série queria fazer um parelelo entre o horror real e o sobrenatural, mas ficou acima do tom, sensacionalista demais.

“O Grito – Origens” então é uma bomba completa? Bem ..quase. Existem cenas isoladas que conseguiram me dar aquele arrepio ou me surpreender, mas elas são poucas e não conseguem fazer milagre. Os efeitos práticos e a maquiagem são ótimos e o gore se faz presente. Infelizmente o mesmo não se pode dizer dos efeitos digitais.

Os personagens careciam de um desenvolvimento melhor com algo que o público se identificasse. E uma trama mais enxuta faria toda uma diferença. Ah, e o tal subtítulo “origens” é meio enganoso pois deixa mais perguntas do que fornece respostas, provavelmente já pensando em próximas temporadas.

Escala de tocância de terror:

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RESENHA: O Que Nos Mantêm Vivos (2018)

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O Que Nos Mantêm Vivos

O cinema com temática LGBTQI+ está cada vez mais ganhando visibilidade. Dentre os gêneros abordados, o terror também se encontra presente. Pessoalmente não conheço muitos filmes com uma pegada séria, uma vez que sempre acabam flertando com a comédia, como é o caso de “Matadores de Vampiras Lésbicas” (2009) ou “The Curse of the Queerwolf” (1988). Existem, sim filmes mais sérios como “Parceiros da Noite” (1980), mas obviamente são casos raros. Recentemente, navegando pela Amazon Prime, descobri o filme “O Que Nos Mantêm Vivos”, um filme de terror de sobrevivência estrelado por um casal lésbico.

A trama acompanha o casal Jackie e Jules que está comemorando o seu primeiro ano de casamento indo para uma casa de campo. As coisas começam bem, mas alguns segredos e mentiras vêm à tona e o que seria um fim de semana romântico se torna um pesadelo imprevisível. Falar mais que isso seria spoiler e já adianto que evitem o trailer antes de assistir, pois ele conta o filme todo.

Casais apaixonados em casas no meio do nada sendo apavorados não é algo novo e esse filme tenta não reinventar a roda, mesmo com seus momentos de surpresa. As duas atrizes seguram as pontas e dão mais camadas às suas personagens na medida em que o caos emerge. O jogo de gato e rato é interessante e por vezes instigante, me lembrando o superior “Hush – A Morte Ouve” (2014). A direção consegue na maior parte do tempo captar a tensão e a loucura, mesmo que em alguns momentos escorregadios, as cenas se transformem em algo quase caricato.

Uma coisa que me incomodou em “O Que Nos Mantêm Vivos” foi o uso de estereótipos para caracterizar as personagens. Na maioria dos filmes do gênero sempre parece uma regra ter que se colocar alguém do casal de forma mais masculinizada para se ter uma distinção do seu par. Isso vale para casais gays também, claro. É como se a audiência hétero não pudesse enxergá-los simplesmente como um casal se não tiver essas características aparentes. Outra coisa que me irritou foi se utilizar do manjado artifício da burrice de certa personagem para fazer a trama prosseguir. Ficam claras várias possibilidades, mas o roteiro teima em ir pelo caminho mais fácil.

Embora o filme apele mais para o psicológico, o gore aparece aqui e ali para salpicar a tela de vermelho. No fim é um bom filme que te prende até o final, mesmo por vezes te fazendo virar os olhos em descrédito. Divertido, “O Que Nos Mantêm Vivos” merece ser mais visto.

Escala de tocância de terror:

Título original: What Keeps You Alive
Direção e roteiro: Colin Minihan
Elenco: Hannah Emily Anderson, Britany Allen, Joey Klein
Ano de lançamento: 2018
País de origem: Canadá

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RESENHA: Predadores Assassinos (2019)

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Predadores Assassinos
[Por Osvaldo Neto]
Muitos fãs de terror estarão assistindo a PREDADORES ASSASSINOS nos cinemas no próximo final de semana. Mas nem todos nutrem a mesma expectativa quanto aqueles que tem algum conhecimento de causa a respeito do diretor Alexandre Aja. (mais…)

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