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RESENHA: [REC] 4: Apocalipsis

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Por Geraldo de Fraga

Vamos recapitular: quando foi lançado, em 2007, [REC] arrebatou os fãs de terror dando uma aula de found footage e mostrando como se faz um bom filme com pouca grana. Surfando no sucesso, mais dois filmes foram lançados e, pimba, a coisa virou franquia. Tanto o 2 como o 3, dividiram opiniões, mas o fato é que fizeram sucesso. A prova é que a quarta parte está aí.

[REC] 4: Apocalipsis, que traz Jaume Balagueró de volta à direção, chega com a árdua missão de juntar todas as pontas soltas nos longas anteriores. Digo árdua, porque quem acompanhou a história até aqui sabe que a reviravolta mostrada em [REC]² mudou todo o foco da infecção. Mas a saída encontrada para arrumar a cagada foi a melhor possível: simplificar ao máximo.

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A história começa mostrando dois agentes da polícia espanhola retirando nossa heroína Ángela Vidal (Manuela Velasco) de dentro do prédio que você já conhece bem. Algum tempo depois, ela desperta dentro de um laboratório que fica em um navio, justamente para ficar em isolamento total. Lá também estão os soldados que a resgataram e uma senhora sobrevivente dos acontecimentos de [REC]³ Gênesis.

O navio tem um forte esquema de segurança, com vários homens armados que não deixam ninguém sair. Como você já deve estar percebendo, é lá onde cientistas trabalham para descobrir a cura para o vírus. Como explica um dos pesquisadores: as primeiras ocorrências (o prédio e o casamento) conseguiram ser contidas, mas uma nova pode ser catastrófica se eles não descobrirem logo um antídoto.

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[REC] 4 conseguiu amarrar os roteiros anteriores sem explicações esdrúxulas. O teor sobrenatural, que levantou tanta polêmica, não é relegado, mas também não é supervalorizado. A origem da praga fica mais no campo científico. O filme se concentra mesmo é onde sempre acertou a mão: na ação desenfreada.

Um roteiro simples que nos leva ao que, de fato, interessa: ataques de infectados + perseguições em locais apertados + mordidas + sangue jorrando por todos os lados. Mesmo tendo abandonado o estilo found footage, Jaume Balagueró conseguiu manter o aspecto sujo e o clima claustrofóbico do primeiro filme. São bons 90 minutos de correria. E quando estamos falando de [REC], só isso já basta.

Nota: 6,5

Direção: Jaume Balagueró
Roteiro: Jaume Balagueró e Manu Díez
Elenco: Manuela Velasco, Paco Manzanedo e Héctor Colomé
Origem: Espanha

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Lm4x92nSREs?rel=0&w=560&h=315]

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1 comentário

  1. Giancarlo Centoundici

    10 de julho de 2019 a 10:26

    Sua resenha + trailer =
    Quero assistir ainda hoje
    👍😉

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

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marianne
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