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Resenhas

RESENHA: A Mulher de Preto 2 – O Anjo da Morte (2014)

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Mulher de PretoPor Jota Bosco

A mesma casa, o mesmo vulto, os mesmos sustos, o mesmo jardim…

Quarenta anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, o fantasma de Jennet Humfrye volta a atormentar a vida daqueles que se atrevem a morar na mansão Eel Marsh em “A Mulher de Preto 2 – O Anjo da Morte“, nova produção da lendária Hammer. Estamos na 2ª Guerra Mundial e muitas crianças estão sendo levadas, por segurança, para cidades menores da Inglaterra. Um grupo de crianças é levado pela professora Eve Parkins (Phoebe Fox, que entre outros trabalhos fez 1 episódio da ótima série britânica, Black Mirror) e pela diretora Jean Hogg (Helen McCrory, a Narcissa Malfoy, de Harry Potter) para esse lugar pra lá de aconchegante cheio de teia de aranha, com teto e parede furados e cheio de bonecas vitorianas feiosas.unnamed_3

Já devidamente instalados (se é que isso é possível!), acontecimentos estranhos começam a atormentar a professorinha e principalmente o pequeno Edward (Oaklee Pendergast, de Wer). Claro! A casa tá cheia de criança mas o fantasma tem que ficar puxando o pé do coitado do menino mais traumatizado (a ponto de não falar, apenas escrever e desenhar) que recentemente perdeu os pais em um bombardeio.

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“Eu gosto de estudar e gosto de batata. De fantasma, não”

O diretor Tom Harper (da série de TV, Misfits) consegue criar um bom clima sombrio envolvendo a mansão e seus novos moradores. O filme segue em boa parte de sua duração como um bom filme de casa mal-assombrada, até o momento em que o fantasma faz sua primeira vítima! Interessante observar que esse filme dificilmente seria produzido nos Estados Unidos pois [SPOILER] criancinhas morrem! [/SPOILER]. O problema é que no terceiro e último ato, ao invés de elaborar um fechamento digno do ambiente que criou, Harper cai nos sustos baratos e previsíveis e em cenas de fantasmas fazendo careta pra câmera. Aí tudo vai por água abaixo.

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“Ai! Que susto!”

Diferente do primeiro filme que foi baseado no best-seller de Susan Hill, A Mulher de Preto 2 é baseado num livro, feito por encomenda para o autor Martyn Waites, que seria um tipo de sequência para o filme de 2012! Pois é… Apesar da equação “filme anterior de sucesso + crianças + casa sinistra + fantasma”, que seria quase uma garantia de sucesso, vemos que não é bem assim que o trem-fantasma anda…

Ponto positivo de A Mulher de Preto 2: Ao menos você não passa o filme inteiro esperando que possa acontecer uma cena como essa:

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Escala de tocância de terror:

Título original: The Woman in Black 2- Angel of Death
Direção: Tom Harper
Roteiro: Jon Croker (baseado na obra de Susan Hill)
Elenco: Helen McCrory, Jeremy Irvine e Phoebe Fox
Origem: Reino Unido, EUA e Canadá

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Simpático de corpo™ Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/ Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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RESENHA: #Alive (2020)

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Alive

O cinema sul coreano ganhou uma visibilidade incrivel nos últimos anos e hoje não é tão raro ver obras vindas de lá aportarem no cinema. Mas é claro que com a pandemia as coisas foram freadas e alguns filmes estão ganhando destaque via streaming. Este é o caso de #Alive, filme que estreou em seu país na reabertura dos cinemas com bastante êxito e está sendo distribuído mundialmente pela Netflix.

A trama acompanha um jovem rapaz, que sozinho no apartamento da família, tenta sobreviver a uma epidemia mortal que transforma os cidadãos em zumbis sedentos por carne humana. No passar de vários dias, com comida e água acabando e ataques cada vez piores das criaturas, o rapaz coloca em cheque a promessa que fez ao pai de sobreviver. E aos trancos e barrancos ele tentará cumprir o que foi pedido.

#Alive é um bom filme de zumbis que não coloca nada de novo na mesa, mas traz o básico que, em sua maior parte, é competente. O longa não enrola e logo nos primeiros minutos a confusão e o caos predominam. A primeira parte é a melhor, se passando em praticamente um único cenário, mostrando bem a sensação de solidão e medo do personagem com cenas de ação pontuais e mais comedidas. Vale comentar a ótima maquiagem dos monstros que lembram o conterrâneo “Invasão Zumbi” (Train to Busan).

Outra semelhança com o longa de zumbis mais famoso é a ambientação minimalista e o país. Sinceramente, essa sim deveria ser a sequência real dele, pois mesmo não sendo perfeita, se mostra bem superior à continuação oficial, chamanda “Península”.

Os problemas de #Alive vêm à tona em sua segunda metade, onde as sequências de ação se tornam inverossímeis demais (até para um filme de zumbis)… Meio que a produção se rende ao espetáculo ocidental apresentando exageros que tiram a atenção diversas vezes. O clímax acaba sendo forçado e emotivo demais querendo a todo custo arrancar lágrimas do público.

Concluindo… #Alive não é um divisor de águas do gênero, mas é divertido e tenso na maior parte de sua duração. Vale gastar o tempo assistindo as desventuras do protagonista e sua busca pela sobrevivência.

Escala de tocância de terror:

Título original: #Saraitda
Diretor: II Cho
Roteiro: II Cho,Matt Naylor
Elenco: Ah-in Yoo, Shin-Hye Park,Bae-soo Jeon e outros
País de origem: Coreia do Sul

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RESENHA: Dominação (2017)

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Dominação

[Por Felipe Macedo]

Estrelado por Aaron Eckhart e produzido por Jason Blum, “Dominação” (Incarnate) mais uma vez mostra a história de um jovem possuído por um demônio poderoso. Nosso herói aqui luta para derrotar o grande mal e salvar o dia. No entanto, o longa tenta vir com uma promessa de abordar o tema de uma forma diferente do que foi mostrado até hoje. (mais…)

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RESENHA: In Search of Darkness (2019)

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Search of Darkness

[Por Frederico Toscano]*

In Search of Darkness é um documentário com uma proposta simples e direta: destrinchar a produção de horror dos Estados Unidos da década de 80. Lançado em maio do ano passado, acabou não chamando tanta atenção no Brasil (ou mesmo lá fora), provavelmente por não ter recebido uma distribuição e divulgação mais abrangentes. O que é compreensível, já que o projeto não saiu de um estúdio convencional, sendo fruto de uma bem-sucedida campanha de arrecadação dos sites Kickstarter e Indiegogo.

Com a meta alcançada e os fundos garantidos, o diretor e roteirista David Weiner deve ter pensado que os apoiadores mereciam ver seu dinheiro bem empregado. E entregou um filme de quatro horas e meia de duração. E pensar que teve gente reclamando de O Irlandês(mais…)

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