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RESENHA: Clown (2014)

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poster

Por Jota Bosco

O amável pai/corretor de imóveis Kent (Andy Powers) recebe a notícia que o palhaço contratado para animar a festinha de seu filho cancelou a vinda e agora sua esposa Meg (Laura Allen) não sabe mais o que fazer. Coincidentemente, o que ele acha em um baú de uma das casas está vendendo? Sim! Uma roupa de palhaço! Tudo resolvido! “Alô criançada! O Palhaço Carranca chegou!” Pobre Kent! Você não sabe o que te aguarda…

No dia seguinte, ao tentar retirar a maquiagem, a peruca e a roupa de palhaço, o amável pai percebe que nenhum dos adereços está saindo de seu corpo. Daí em diante o amável pai divide seu tempo entre achar um jeito de tirar a roupa de palhaço do corpo e olhar meio estranho para criancinhas. Em sua busca por uma solução, conhece Karlsson (Peter Stormare) e descobre que está usando não apenas uma roupa de palhaço e sim uma maldição!

“Acho que essa roupa de clöyn não tá combinando muito com meu tom de pele!”

Uma lenda que conta que demônios chamados “CLÖYNS” só sossegavam quando recebiam como oferenda cinco criancinhas que levavam pra sua caverna para comer. Com o passar do tempo, a história foi sendo esquecida e surgiram os “clowns” (palhaços). Claro! Faz bastante sentido colocar palhaços, inspirados em demônios devoradores de criancinhas, para animar festas infantis! Imagino que daqui uns 200 anos vão colocar “Hiflers” pra animar Bar-Mitzvá…

Clowns... Clöyns! Hã?! Hã?!! Pegou a sacadinha genial?! Hã? ;)

Clowns… Clöyns! Hã?! Hã?!! Pegou a sacadinha?! Hã? 😉

Na boa… o desespero do pai tentando se livrar da roupa de palhaço me lembrou bastante desse caso do Hulk da Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro. Ou de um episódio de Aqua Teen Hunger Force onde Carl passava por situação semelhante a do protagonista do filme (http://aqua-teen-hunger-force.wikia.com/wiki/The_Clowning)

“Não tô achando nada engraçado”

O filme se divide em dois núcleos. Tem o “Núcleo pai palhaço assassino desesperado pela cura”, que passeia pelo humor negro, mas fica só na tentativa e finda não tendo tanta graça quanto poderia. E o “Núcleo esposa do pai palhaço assassino” que flerta mais com o horror, mas fica mesmo nos clichês de sempre: escapa do monstro / tenta salvar o marido da maldição, etc… O pior é que não funciona muito bem em nenhuma das duas direções.

Então enquanto não sai o tããããão esperado “Green Inferno“, Eli Roth vai enchendo o papo produzindo filmes meia bomba e empurrando eles no mercado. Deixa de palhaçada, Eli!!!

Escala de tocância de terror:

Direção: Jon Watts
Roteiro: Christopher D. Ford e Jon Watts
Elenco: Andy Powers, Peter Stormare, Laura Allen
Origem: Estados Unidos

Simpático de corpo™ Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/ Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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1 comentário

  1. Júlio Carvalho (@JxCxBOZO)

    26 de março de 2015 a 17:14

    Aí no poster tem:

    ~Dal maestro del’horror~

    #TaSerto

  2. opoderosochofer

    27 de março de 2015 a 00:58

    Se não me engano há um episódio de “Amazing Stories” em que um cara não consegue tirar a fantasia de múmia e é confundido com uma múmia mesmo. Se não me engano foi comentado no podcast

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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marianne
[Por Felipe Macedo]
Histórias de bruxas sempre fascinaram o público. Sejam elas voltadas pra algo mais assustador ou infantil, essas personagens sempre causaram certo impacto. A lenda da bruxa má povoa nossa imaginação desde a infância em histórias como “João e Maria” e depois na vida adulta em filmes como “Suspiria”. A Netflix sabendo do interesse sobre o tema e na falta de produções atuais sobre o assunto, trouxe recentemente para seu catálogo a série francesa “Marianne” prometendo noites insones para o público. (mais…)

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SÉRIE: O Mundo Sombrio de Sabrina (2018)

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O Mundo Sombrio de Sabrina

[Por Jarmeson de Lima]

Ocultismo, bruxaria e paganismo em uma série para um público adolescente tem mais conteúdo macabro do que muito seriado com renome por aí. “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) tem se revelado muito mais do que uma releitura da série de TV dos anos 90 que apresentava uma simpática feiticeira ajudando seus amigos com truques de mágica. (mais…)

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