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RESENHA: Dead Snow 2 – Red Vs. Dead (2014)

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dead-snow-cartaz

Por Jota Bosco

Martin pensou que tudo tinha acabado ao devolver o tesouro aos zumbis nazistas mas seu horror estava apenas começando…

Após os incidentes do primeiro filme, Martin entra em confronto com Herzog (Vegar Hoel e Ørjan Gamst, respectivamente) por acidentalmente ainda carregar uma moeda nazista. Na batalha, o comandante alemão perde o braço que mais tarde seria implantado em nosso herói por acidente.

Martin agora possui um braço assassino fora de controle que tem “certos poderes” de ressuscitar os mortos, assim como seu antigo dono.

"Fala com a minha mão"

“Fala com a minha mão”

Herzog e seu batalhão seguem marchando e destruindo tudo que vêem pela frente com o objetivo de chegar e destruir a pequena cidade de Talvik (por ordem direta de Hitler). Quem poderá impedí-lo? Martin, um grupo de nerds chamado Zombie Squad, um emo e um zumbi camarada. Não… Péra… Não só eles… Quem você chamaria pra derrotar um pelotão de zumbis nazistas? Sim! Claro! UM PELOTÃO DE ZUMBIS RUSSOS!!! Como ninguém tinha pensado nosso antes?!!

galera

“Hahahaha! Você vai me dar uma pisa?!! Você e que exército?!!”

O diretor Tommy Wyrkola retorna num filme que consegue ser tão (ou mais) engraçado quanto o primeiro. Tão (ou mais) sanguinolento que o primeiro e tão (ou mais) divertido que o primeiro!

Numa época com tantos filmes e séries repetitivas (e chatas pra cacete!) inspiradas em zumbis, Dead Snow 1 e 2 são como uma brisa com cheiro de carne podre no frescor da manhã. Revigorantes!

Baby Boom

“De novo! De novo! De novo!”

Recomendo!

Escala de tocância de terror:

Direção: Tommy Wirkola
Roteiro: Stig Frode Henriksen, Vegar Hoel e Tommy Wirkola
Elenco: Vegar Hoel, Ørjan Gamst, Martin Starr
Origem: Noruega

Simpático de corpo™Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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RESENHA: Maria e João – O Conto das Bruxas (2020)

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Maria e João

MARIA E JOÃO – O CONTO DAS BRUXAS é inspirado num dos contos mais conhecidos dos irmãos Grimm que já foi adaptado várias vezes pras telas. Até uma versão estilizada estrelando o Gavião Arqueiro dos Vingadores já teve! Agora é a vez de Osgood “Oz” Perkins dar sua visão à história optando pelo horror de fato nos oferecendo uma fábula cruel e cabulosa típica dos contos originais. (mais…)

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RESENHA: Quando as Luzes se Apagam (2016)

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Quando as Luzes se Apagam

[Por Jarmeson de Lima]

Em sua essência, “Quando as Luzes se Apagam” é mais um drama familiar sobrenatural. Temos aqui uma mãe traumatizada, uma criança assustada, um pai desaparecido e uma filha rebelde compondo o núcleo principal desta produção que nos envolve em uma trama alegórica sobre o medo do escuro.
(mais…)

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RESENHA: O Poço (2020)

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O Poço

Com uma produção modesta com apoio do governo espanhol e distribuição da Netflix, “O Poço” (El Hoyo) mescla mistério, drama e ficção científica numa trama que é fácil de resumir, mas difícil de explicar. Assim como obras como “Cubo” e “Demônio“, a ação deste filme se concentra em alguns poucos cenários, restando aos atores imprimir um trabalho que chama a atenção do público.

O estreante em direção de longas, Galder Gaztelu-Urrutia, apresenta aqui uma história que se passa em uma espécie de prisão vertical, em que cada andar abriga dois presos. A plataforma não possui grades ou janelas… apenas as paredes, camas e um buraco no chão e no teto que é por onde uma vez por dia desce uma grande mesa de comida.

E é através do comportamento dos presos frente às refeições que são destrinchadas analogias sociais de opressão, solidariedade e das relações de poder que vão de cima para baixo literalmente. Quem tem sorte de ficar nos níveis superiores tem a chance de comer as refeições com os pratos ainda intactos e limpinhos. Já quem está mais abaixo vai tendo que se contentar com o que vai sobrando sem que nehum dos confinados tenha a preocupação de deixar algo para quem vai se alimentar depois. 

Nesta situação de isolamento dividida em um lugar onde você não queria estar e com quem você não queria conviver, o lado obscuro de cada um se revela e podemos esperar o pior na medida em que vemos o que acontece nos níveis inferiores do Poço. Podia ser só um filme tipo crítica social ao sistema carcerário, mas ele abrange uma metáfora maior sobre nossa presença no mundo e nossa responsabilidade diante da escassez e desperdício de alimentos.

Apesar de ter um ritmo mais reflexivo, “O Poço” sempre guarda cenas impactantes (e com boa dose de gore) no desdobramento de sua história garantindo uma certa fluidez pra quem assiste. Obras assim que oferecem algo a mais do que aparentam estão em falta no cardápio da Netflix, mas são sempre bem vindas.

Escala de tocância de terror:

Título original: El Hoyo
Diretor: Galder Gaztelu-Urrutia
Roteirista: David Desola
Elenco: Ivan Massagué, Zorion Eguileor, Antonia San Juan
País de origem: Espanha

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