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RESENHA: Let Us Prey (2014)

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LET US PREY posterPor Geraldo de Fraga

Mais um diretor novato passa pelo crivo do Toca o Terror. Dessa vez, o escolhido é o irlandês Brian O’Malley, que estreou em longas-metragens, no ano passado, com Let us Prey. O filme (uma co-produção entre Irlanda e Escócia) foi escrito por David Cairns e Fiona Watson, roteiristas que também se lançam pela primeira vez em um longa.

lSKcG3u2.jpgNa história, acompanhamos a policial Rachel Heggie (Pollyanna McIntosh) em seu primeiro dia de trabalho, após ser transferida para uma cidadezinha costeira, calma e sem muito com o que se preocupar. Mas antes mesmo de chegar na delegacia, ela já começa seus afazeres quando flagra o delinquente da cidade atropelando um homem que atravessava a rua.

Porém, a vítima desaparece misteriosamente para reaparecer minutos depois à delegacia e dar início à trama de fato. Esse personagem misterioso, cujo nome não fica claro em momento algum, é interpretado por Liam Cunningham (o Davos Seaworth, de Game of Thrones). A partir daí, vamos descobrindo que ele sabe dos segredos mais sórdidos das pessoas daquele local, e não só dos presos, como também dos policiais.

6e047823045cbdf541490be76ab0c37dEsse texto não contará spoilers, mas a própria abertura do filme já deixa bem claro quem é o personagem de Cunningham e o que ele foi fazer naquela cidade. Não espere uma reviravolta para revelar esse fato no final. Mas isso não compromete o andamento da obra. A história, que em seu primeiro momento se concentra mesmo nos podres de cada um dos envolvidos, é bem amarrada. O roteiro também vai deixando algumas pistas para você ir juntando os pontos e descobrir os esqueletos que eles têm no armário.

Não é fácil fazer um filme que se passa praticamente em um cenário, mas a direção de Brian O’Malley é segura o bastante para não deixar o longa monótono. E para isso não acontecer, também seria preciso boas interpretações e elas de fato são honestas, mesmo com alguns clichês do gênero. Destaques para Liam Cunningham, Pollyanna McIntosh e Bryan Larkin. Esse último fazendo o papel do esquisito sargento MacReady.
1397209084_let_us_prey-oo2O que desaponta mesmo em Let us Prey é o final bobo e previsível, e que ainda trás toda aquela carga religiosa de punição aos maus, com um debate religioso açucarado. Desconhecemos a orientação religiosa do diretor para saber se isso foi uma escolha pessoal ou puramente a necessidade comercial de se fazer uma obra de conclusão careta. Enfim, Let us Prey poderia ter sido bem melhor sem esse sub-texto cristão.

Escala de tocância de terror:

Direção: Brian O’Malley
Roteiro: David Cairns e Fiona Watson
Elenco: Liam Cunningham, Pollyanna McIntosh e Bryan Larkin
Origem: Irlanda / Escócia

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1 comentário

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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marianne
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O Mundo Sombrio de Sabrina

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