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AGRADECIMENTOS: Sessão Toca o Terror no Janela de Cinema

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Sessao-TOT_Janela-2015

[Por Queops Negronski]

Na última sexta-feira 13, pela segunda vez, o Toca o Terror teve o privilégio de ser parceiro em mais uma sessão no Janela Internacional de Cinema do Recife, um dos maiores festivais de cinema do país. Lembro que no ano passado, ao ir conversar com Kleber Mendonça Filho, cineasta e mentor do festival, fui com o coração na mão. Mentira, fui com todos os orgãos (todos se liquefazendo) na mão, tamanho era o nervosismo. Afinal, quem somos nós pra propor uma parceria para um dos maiores festivais de cinema do Brasil e cujo mentor já teve um de seus filmes pré-indicado ao Oscar?

Mas nós fomos e lá chegando, o homem nos chamou para um café, ouviu a proposta, disse “Sim” e nos deu os detalhes técnicos necessários para que tudo ocorresse da melhor maneira. E foi o que aconteceu! Tanto que, passado um ano, nos enchemos de coragem e perguntamos a Kleber se a parceria se repetiria… e ele disse “Sim” de novo e assim, começamos os “corres” para que os fãs do cinema de horror em Recife tivessem acesso novamente a uma ou várias obras legais exibidas em tela grande na cidade.

O martelo bateu para As Fábulas Negras, seguramente, o filme do gênero mais comentado no país em 2015. A antologia de horror cujos segmentos se baseiam em sua maioria em lendas do nosso folclore, dirigida por Rodrigo Aragão (Mangue Negro, A Noite do Chupacabras, entre outros), Petter Baiestorf (cineasta catarinense com mais de 150 filmes no currículo), Joel Caetano (diretor dos curtas Gato, Encosto, Judas…) e ele, o maior de todos nós: José Mojica Marins (que dispensa apresentações).

E mais vez tudo foi lindo. “As Fábulas Negras” consumou a segunda parceria entre o Toca o Terror e o Janela Internacional de Cinema do Recife, numa sessão onde vários rostos desconhecidos se somaram a outros tantos que reconhecemos das sessões do ano passado. Ele, o público, fiel e sedento de novidades do gênero, sorriu, se assustou, ficou apreensivo e não arredou o pé da sala. Ao final da exibição, ficou por perto, tomou café e comentou conosco o que tinham acabado de ver. E o que eles tinham acabado de ver foi uma obra guerrilheira com orçamento de R$ 180 mil com histórias bem-costuradas que reunia importantes nomes do terror nacional em seu escrete. Disse e repito: foi lindo.

Obrigado Kleber Mendonça Filho, Emilie Lesclaux e toda a equipe do Janela Internacional de Cinema do Recife, por mais uma vez acreditarem e nos dar suporte. Até o ano que vem (mas olha que ousadia desse povo do Toca o Terror!).

Agradecemos também a Rodrigo Aragão, Mayra Alarcón, Petter Baiestorf e Joel Caetano pela paciência, carinho e atenção que vocês dedicam a nós. Tamo junto e a comunidade agradece. Obrigado também aos companheiros do Toca o Terror pela abnegação e dedicação. Que venham novos tempos e desafios.

E por fim e por isso mesmo, o mais importante, obrigado a vocês, fãs e admiradores do gênero horror, sem vocês não somos nada. Sigamos em frente. 😉

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1 comentário

  1. Rodrigo

    17 de novembro de 2015 a 17:18

    Obrigado amigos do Toca o terror e Janela de Cinema pela oportunidade. Espero estar presente na próxima. Grande abraço a todos.

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CAMPANHA: Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada

Mais de 450 páginas sobre os bastidores de três décadas de produção constante de filmes gore experimentais e transgressores é o que promete o veterano diretor de SOVs (Shot On Video) Petter Baiestorf, sobre seu livro “Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada”.

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Capa provisória

Capa provisória

Mais de 450 páginas sobre os bastidores de três décadas de produção constante de filmes gore experimentais e transgressores é o que promete o veterano diretor de SOVs (Shot On Video) Petter Baiestorf, sobre seu livro “Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada“. (mais…)

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EVENTO: MIS-SP celebra a Sexta-Feira 13 com Folk Horror (2020)

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Evento Folk Horror

Na primeira Sexta-feira 13 de 2020, o Museu da Imagem e do Som de São Paulo apresenta em março a sua tradicional mostra de filmes de terror durante a madrugada. Desta vez, a temática do evento é o folk horror, apresentando obras relacionadas ao horror e paganismo em áreas rurais e isoladas. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

SOBRE A MOSTRA – Cidades isoladas, tradições pagãs, rituais e possessões demoníacas são características presentes em um subgênero que se consolidou no final dos anos de 1960, em especial nos filmes britânicos de horror da época. Produções que exploravam as inquietações das pequenas cidades do interior e um passado rural que retorna através das tradições dessas pequenas localidades.

Nesta mostra de três filmes, “O Homem de Palha” (Dir. Robin Hardy, 1973) é o primeiro filme exibido na maratona. A produção é um dos marcos de consolidação do folk horror, ainda no início dos anos de 1970. Na sequência do evento, será exibido o longa americano Midsommar – O mal não espera a noite (2019) e o sul-coreano O Lamento (2016), duas produções cinematográficas recentes, e de diferentes culturas, que constroem suas narrativas através de características da produção de nicho.

PROGRAMAÇÃO

23h | O Homem de Palha (The Wicker Man)
Dir: Robin Hardy, 1973, Reino Unido – 16 anos
Após o desaparecimento de um jovem, o policial Neil Howie (Edward Woodward) chega na ilha de Summerisle, na Escócia, para investigar o desaparecimento. Logo ele descobre que os moradores não estão dispostos a colaborar com as investigações. Após ele conhecer um poderoso fazendeiro, o Lord Summerisle (Christopher Lee) a tensão aumenta ainda mais, já que o fazendeiro lidera uma estranha seita pagã.


01h | Midsommar – O mal não espera a noite (Midsommar)
Dir: Ari Aster, 2019, EUA – 18 anos
Dani (Florence Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e com amigos até a Suécia passar férias em um festival de verão do país. Mas, ao contrário do que imaginavam, eles não terão férias tranquilas, vão presenciar rituais bizarros de uma adoração pagã em um evento de raízes ancestrais.


03h50 | O Lamento (Gokseong)
Dir: Hong-ji Na, 2016, Coréia do Sul – 14 anos
Em um vilarejo pacifico assassinatos cruéis começam a ocorrer, cometidos pelos próprios moradores. As autoridades pensam que os moradores estão fora de si porque consumiram cogumelos venenosos. Mas, o inspetor da polícia Jong-Goo (Kwak Do-Won) acredita que a origem dos casos seja sobrenatural e que está ligada a chegada de um forasteiro ao vilarejo. Enquanto investiga o forasteiro, o inspetor percebe que sua filha pode ser vítima do ataque.

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EVENTO: A Vingança dos Filmes B – Parte IX (Porto Alegre)

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A Vingança dos Filmes B

A Vingança dos Filmes B chega a sua nona edição acreditando no cinema de gênero como ferramenta de contestação e arma vital para a resistência cultural. Durante 10 dias serão exibidos na tela da Cinemateca Capitólio 23 longas e 30 curtas metragens dos mais variados gêneros, de documentários, passando pelo cinema de horror e ficção científica, pelo giallo e o western spaghetti, até comédias anárquicas e filmes de ação brutais. (mais…)

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