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SÉRIE: Ash Vs. Evil Dead (2015)

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[Por Jarmeson de Lima e Queops Negronski]

A premissa é simples: depois de 30 anos quando enfrentou as forças do mal pela primeira vez, Ash, que agora é um solteirão de meia idade, está sendo ameaçado pelo poder demoníaco que foi libertado pelo Necronomicon. Pra quem viu os filmes da franquia “The Evil Dead“, não há muito mistério. E o próprio episódio piloto de “Ash Vs. Evil Dead” se encarrega de relembrar os fatos mais importantes da película original para situar bem o espectador novato.

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Bruce Campbell reencarnando o papel do fanfarrão Ash é divertido demais. Campbell faz um tipo sui generis de “canastrão” que ainda tem como um de seus sidekick um imigrante hondurenho que bota mais fé em Ash do que o próprio Ash.

O ritmo impresso à série é o mesmo dos fimes. Alucinado, ângulos estranhos e movimentos idem. É bom ver e lembrar que, o que hoje parecer ser um movimento absolutmente comum de câmera, foi criado pelo cara que dirige aquele episódio e dirigiu os filmes da franquia original: Sam Raimi.

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Nele temos a nítida impressão de que absolutamente todos em cena estão se divertindo. É uma série que nasceu pra dar certo, pois aparentemente, os roteirirstas decidiram deixar as coisas como elas sempre foram e é justamente disso que os fãs de “A Morte do Demônio” gostam.

O fato é que temos aqui uma série boa e feita sob medida para quem aprecia a obra original e quem curte violência gráfica e gore na TV. A série chega com produção do canal norte-americano Starz e mal foi lançada, já ganhou sinal verde para uma segunda temporada. Agora é aguardar os próximos episódios e torcer para que mantenham o nível… de sangue, de decapitações e de humor!

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1 comentário

  1. Helton Azevêdo

    10 de novembro de 2015 a 15:39

    Tô achando tudo muito legal!

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SÉRIE: What We Do in the Shadows (2019)

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What We Do in the Shadows

Na próxima quinta (15 de abril), estreia no canal FX dos EUA a segunda temporada de What We Do in the Shadows, série baseada no filme de mesmo nome lançado em 2014. Aqui no Brasil, sua primeira temporada foi exibida no ano passado pela Fox Premium. Vamos aproveitar então o retorno do programa lá fora para tecer algumas linhas sobre a atração.

Se você assistiu ao filme, fique sabendo que a mecânica é a mesma do longa. Uma equipe de filmagem que nunca aparece acompanha a rotina de três vampiros centenários que vivem na mesma casa e tentam se adequar ao mundo moderno. A principal mudança em relação à obra original é que a história se passa nos EUA, mais precisamente em Staten Island, Nova York.

O elenco também é outro Com a adição de uma personagem feminina, Nadja (Natasia Demetriou), e do lacaio Guillermo (Harvey Guillén), o trio de vampiros se completa com Nandor (Kayvan Novak) e Laszlo (Matt Berry). Há ainda um personagem recorrente, Colin Robinson (Mark Proksch), um humano que se apresenta como “vampiro de energia” e que se alimenta da força vital das pessoas, deixando-as entediadas.

A vida deles segue tranquila, até que eles são obrigados a receber como hóspede o barão Afanas (Doug Jones coberto de maquiagem, para variar), um vampiro milenar que vem da Europa e sonha em conquistar a América. Apesar desse ponto de partida, o enredo não se apega muito a ele. Como seriado, What We Do in the Shadows é basicamente uma sitcom, na qual o roteiro tenta brincar com os clichês da mitologia e da cultura pop.

No filme isso deu muito certo, mas ao longo de 10 capítulos, a série não se sustenta. Há momentos brilhantes, mas eles são raridades. Destaque para os episódios The Trial, com a participação de vários atores que interpretaram vampiros no cinema (como Wesley Snipes e Danny Trejo), e The Orgy, no qual, como o próprio nome diz, uma orgia vampírica é organizada, sem muito sucesso.

Porém, a impressão que fica é que assistir What We Do in the Shadows é um grande esforço para poucas risadas, mesmo que seus capítulos tenham apenas 30 minutos em média. Uma pena, pois o elenco todo é muito bom. Esperamos que nessa segunda temporada, os roteiristas estejam mais inspirados.

Escala de tocância de terror:

Direção: Jemaine Clement e Taika Waititi
Roteiro: Jemaine Clement e Taika Waititi
Elenco: Kayvan Novak, Matt Berry e Natasia Demetriou
Origem: EUA

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RESENHA: Maria e João – O Conto das Bruxas (2020)

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Maria e João

MARIA E JOÃO – O CONTO DAS BRUXAS é inspirado num dos contos mais conhecidos dos irmãos Grimm que já foi adaptado várias vezes pras telas. Até uma versão estilizada estrelando o Gavião Arqueiro dos Vingadores já teve! Agora é a vez de Osgood “Oz” Perkins dar sua visão à história optando pelo horror de fato nos oferecendo uma fábula cruel e cabulosa típica dos contos originais. (mais…)

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RESENHA: Quando as Luzes se Apagam (2016)

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Quando as Luzes se Apagam

[Por Jarmeson de Lima]

Em sua essência, “Quando as Luzes se Apagam” é mais um drama familiar sobrenatural. Temos aqui uma mãe traumatizada, uma criança assustada, um pai desaparecido e uma filha rebelde compondo o núcleo principal desta produção que nos envolve em uma trama alegórica sobre o medo do escuro.
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