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COBERTURA: Medonho – Ano II (Mar/2016)

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Mais uma vez o resultado do MEDONHO foi pra lá de satisfatório. Voltou neste ano fazendo tanto sucesso quanto na primeira edição no ano passado. Filmes nacionais e estrangeiros foram exibidos pra um público cuja maioria só arredou o pé da sala pra comprar cervejas e petiscos. Gente que riu, se assustou, reencontrou amigos e fez outros tantos mais no espaço de algumas horas das 22h até amanhecer. Assim foi a edição de 2016 do MEDONHO.

Diferente do ano passado, onde a sala lotou progressivamente, já no primeiro filme (Condado Macabro, de Marcos DeBritto e André de Campos Mello), o Cine Majestick estava lotado a ponto de termos que transferir as cadeiras do bar para a sala de projeção e ainda assim ter pessoas em pé. E mesmo assim não foram embora. Pelo contrário, aproveitaram cada momento e por vezes se revezavam na sala.

E depois do primeiro filme, foram exibidos ainda Domingos (de Jota Bosco, companheiro do toca o Terror), A Noite dos Arrepios (de Fred Dekker), Tirarei as Medidas do seu Caixão (de Diego Camelo), A Casa dos Maus Espíritos (de William Castle), O Presente de Camilla (de Ivo Costa, um rapaz que já é dos nossos), Banho de Sangue (de Mario Bava), Bom Dia Carlos, (de Gurcius Gewdner), o filme mais ovacionado dessa edição e Aranhas Infernais, último filme exibido, uma pérola mexicana de Federico Curiel que levou os resistentes ao delírio.

Nós, do Toca o Terror, agradecemos à Versátil Home Video, aos realizadores que cederam suas obras para exibição, a imprensa e os amigos que nos ajudaram a divulgar o evento e ao público que compareceu ao Majestick no último sábado. Sem vocês não somos nada. Obrigado, de coração.
Até o ano que vem!

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2 Comentários

2 Comments

  1. Julieet

    21 de março de 2016 a 20:07

    ❤️

  2. Pingback: CALL FOR FILMMAKERS: Send your horror movie | Toca o Terror

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STREAMING: Darkflix inicia venda de serviço de assinaturas

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Darkflix

Lançada em maio de 2019, a Darkflix foi a primeira plataforma de streaming brasileira dedicada inteiramente ao gênero fantástico, terror, ficção científica e fantasia. Durante sua fase de testes, disponibilizou gratuitamente aos consumidores cerca de 666 produções através do seu canal de TV e de um aplicativo para dispositivos mobile.

Atualmente a plataforma possui lançamentos diários e passou a contar com mais de mil títulos entre filmes e séries. Com a expansão, o serviço também passou a ser disponibilizado no formato de assinatura pelo valor mensal de R$ 9,90 e pode ser testado gratuitamente por 7 dias. A opção permite que o assinante escolha o que quer assistir na hora e local que desejar, já que a DARKFLIX TV, com conteúdo gratuito e exclusivo, segue uma programação diária ininterrupta, basta apenas se cadastrar nas plataformas para assistir.

O lançamento da assinatura da Darkflix já fazia parte do planejamento de marketing da empresa. Segundo a assessoria de imprensa, a assinatura foi liberada em março desde ano, pois a tecnologia da plataforma estava passando por aperfeiçoamentos para garantir a melhor experiência ao usuário. O trabalho para manter o serviço no ar e seguro contra qualquer ataque virtual é constante e deve continuar assim.

Outra novidade que logo estará em desenvolvimento são as produções originais em parcerias com produtores brasileiros independentes e produtoras mexicanas. Para a empresa o conteúdo próprio é uma forma de consolidar uma base sólida de fãs. Os empresários envolvidos no projeto acreditam no potencial do mercado de nicho devido à larga experiência como distribuidores em home-vídeo e licenciantes para TV e cinema. O bom relacionamento com produtores estrangeiros adquiridos nos últimos 30 anos garantiu que fosse realizado um rigoroso processo de curadoria ao longo dos últimos cinco anos, e boa parte do que há de melhor já produzido no gênero ao redor do mundo vai estar disponível para os assinantes.

A equipe de curadoria trabalhou com um número aproximado de 3.500 produções, das quais 2.000 já foram selecionadas e estão à disposição para lançamentos futuros. Mas, acreditam que o grande diferencial e posicionamento no mercado se dará após o engajamento dos produtores brasileiros no projeto. Isso já foi iniciado através de chamamentos por meio de suas páginas em redes sociais e mais de 500 produções brasileiras, entre longas, curtas, séries e documentários já foram selecionados e estão em negociação.

* Informações enviadas pela Assessoria de Imprensa

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CAMPANHA: Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada

Mais de 450 páginas sobre os bastidores de três décadas de produção constante de filmes gore experimentais e transgressores é o que promete o veterano diretor de SOVs (Shot On Video) Petter Baiestorf, sobre seu livro “Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada”.

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Capa provisória

Capa provisória

Mais de 450 páginas sobre os bastidores de três décadas de produção constante de filmes gore experimentais e transgressores é o que promete o veterano diretor de SOVs (Shot On Video) Petter Baiestorf, sobre seu livro “Canibal Filmes – Os Bastidores da Gorechanchada“. (mais…)

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EVENTO: MIS-SP celebra a Sexta-Feira 13 com Folk Horror (2020)

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Evento Folk Horror

Na primeira Sexta-feira 13 de 2020, o Museu da Imagem e do Som de São Paulo apresenta em março a sua tradicional mostra de filmes de terror durante a madrugada. Desta vez, a temática do evento é o folk horror, apresentando obras relacionadas ao horror e paganismo em áreas rurais e isoladas. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

SOBRE A MOSTRA – Cidades isoladas, tradições pagãs, rituais e possessões demoníacas são características presentes em um subgênero que se consolidou no final dos anos de 1960, em especial nos filmes britânicos de horror da época. Produções que exploravam as inquietações das pequenas cidades do interior e um passado rural que retorna através das tradições dessas pequenas localidades.

Nesta mostra de três filmes, “O Homem de Palha” (Dir. Robin Hardy, 1973) é o primeiro filme exibido na maratona. A produção é um dos marcos de consolidação do folk horror, ainda no início dos anos de 1970. Na sequência do evento, será exibido o longa americano Midsommar – O mal não espera a noite (2019) e o sul-coreano O Lamento (2016), duas produções cinematográficas recentes, e de diferentes culturas, que constroem suas narrativas através de características da produção de nicho.

PROGRAMAÇÃO

23h | O Homem de Palha (The Wicker Man)
Dir: Robin Hardy, 1973, Reino Unido – 16 anos
Após o desaparecimento de um jovem, o policial Neil Howie (Edward Woodward) chega na ilha de Summerisle, na Escócia, para investigar o desaparecimento. Logo ele descobre que os moradores não estão dispostos a colaborar com as investigações. Após ele conhecer um poderoso fazendeiro, o Lord Summerisle (Christopher Lee) a tensão aumenta ainda mais, já que o fazendeiro lidera uma estranha seita pagã.


01h | Midsommar – O mal não espera a noite (Midsommar)
Dir: Ari Aster, 2019, EUA – 18 anos
Dani (Florence Pugh) vai com o namorado Christian (Jack Reynor) e com amigos até a Suécia passar férias em um festival de verão do país. Mas, ao contrário do que imaginavam, eles não terão férias tranquilas, vão presenciar rituais bizarros de uma adoração pagã em um evento de raízes ancestrais.


03h50 | O Lamento (Gokseong)
Dir: Hong-ji Na, 2016, Coréia do Sul – 14 anos
Em um vilarejo pacifico assassinatos cruéis começam a ocorrer, cometidos pelos próprios moradores. As autoridades pensam que os moradores estão fora de si porque consumiram cogumelos venenosos. Mas, o inspetor da polícia Jong-Goo (Kwak Do-Won) acredita que a origem dos casos seja sobrenatural e que está ligada a chegada de um forasteiro ao vilarejo. Enquanto investiga o forasteiro, o inspetor percebe que sua filha pode ser vítima do ataque.

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