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Resenhas

RESENHA: 31 (2016)

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31

[Por Geraldo de Fraga]

No Dia da Bruxas de 1976, uma trupe de artistas itinerantes é atacada em uma rodovia no meio do deserto americano. Cinco deles são capturados, levados a um prédio abandonado e obrigados a participarem de um jogo doentio, onde serão caçados por alguns lunáticos e terão 12 horas para sobreviver. É com essa premissa que Rob Zombie nos presenteia com “31”, mais um filme descartável em sua carreira.

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Por conta de todo o material de divulgação (trailers, posters, etc.), ficou claro que o diretor prometia nos apresentar uma galeria de vilões bizarros, apostando o sucesso do seu filme nessa iconografia. Mas Zombie falha miseravelmente nesse quesito. Todos os assassinos são descartáveis e sem empatia nenhuma. Até o mais badass Doom-Head (Richard Blake) não consegue se destacar como o roteiro pretendia por conta do texto ruim.

E por falar em texto, a história segue o básico clichê de sobrevivência sem nada de novo a acrescentar ao subgênero survivor horror. Isso deixa o bom elenco subaproveitado, já que estão lá figuras como Jeff Daniel Phillips, Malcolm McDowell e Meg Foster. Até Sheri Moon Zombie se esforça mais que o normal e faz o seu feijão com arroz bem feito.

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A violência gráfica também não assusta ninguém. É o clássico caso de ser tão exagerada que fica cartunesca. De legal em “31”, só a trilha sonora, que é o mínimo que se podia esperar de um rockstar à frente do projeto. Mas o maior problema de Zombie foi mesmo confiar muito na sua suposta habilidade para criar personagens sujos e maus. Se tivesse dado certo, a gente esqueceria os outros problemas do filme. No final das contas, esqueceremos o próprio filme.

Escala de tocância de terror:

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1 comentário

  1. birovisky

    3 de outubro de 2016 a 14:37

    Fiquei até chateado. Queria muito assisti-lo. O que achou do Homem das trevas?

  2. carmoj

    18 de novembro de 2016 a 15:54

    Zombie ainda corre atrás de se aproximar do sucesso de seu Rejeitados pelo Diabo.

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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marianne
[Por Felipe Macedo]
Histórias de bruxas sempre fascinaram o público. Sejam elas voltadas pra algo mais assustador ou infantil, essas personagens sempre causaram certo impacto. A lenda da bruxa má povoa nossa imaginação desde a infância em histórias como “João e Maria” e depois na vida adulta em filmes como “Suspiria”. A Netflix sabendo do interesse sobre o tema e na falta de produções atuais sobre o assunto, trouxe recentemente para seu catálogo a série francesa “Marianne” prometendo noites insones para o público. (mais…)

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SÉRIE: O Mundo Sombrio de Sabrina (2018)

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O Mundo Sombrio de Sabrina

[Por Jarmeson de Lima]

Ocultismo, bruxaria e paganismo em uma série para um público adolescente tem mais conteúdo macabro do que muito seriado com renome por aí. “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) tem se revelado muito mais do que uma releitura da série de TV dos anos 90 que apresentava uma simpática feiticeira ajudando seus amigos com truques de mágica. (mais…)

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