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RESENHA: Resident Evil 6 – O Capítulo Final (2017)

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[Por Felipe Macedo]

Eis que a franquia “Resident Evil” chega ao seu sexto e suposto último filme, com a promessa de mais ação, terror e uma violência maior que os anteriores. A primeira dúvida que salta à mente é: Será que o longa entrega o que promete ou mais uma vez engana os fãs?

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A história começa logo após os eventos do filme anterior (Resident Evil 5: Retribuição) de 2012, mostrando uma Alice solitária lidando com a devastação do mundo enquanto tenta sobreviver. Para sua surpresa, ela é contactada pela sua inimiga, a rainha vermelha que avisa que a humanidade tem 48 horas para não ser exterminada pelos planos do vilão e chefe da Umbrella. A heroína então parte para uma luta contra o tempo para salvar o que resta dos humanos, encontrando velhos amigos e inimigos no caminho. O dilema que persiste ao longo do filme é se ela deve realmente confiar na rainha vermelha ou se isso faz parte de algo maior.

O visual do longa está muito bacana e convence em passar a ideia de um mundo desolado e destruído pelas forças do mal. As cenas externas convencem realmente que aquele é um cenário real. Alice (Milla Jovovich) também funciona muito bem no papel de lobo solitário, mesmo que isso não dure muito.

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Vale falar bem do visual das criaturas. Até que convence e fica nítido o avanço dos efeitos especiais num primeiro terço do filme. Até louvamos a tentativa de voltar um pouco ao terror com momentos violentos e de susto, que claro, chegam por meio de jumps scares de 5 em 5 minutos.

Entretanto, não demora muito para o filme se render novamente à ação gratuita e mostrar Alice como a “badass” do pedaço entregando boas cenas de luta. Os vilões continuam canastrões, mas dentro da proposta do filme isso cabe perfeitamente. Espere vê-los usando frases de efeitos e exageros em suas maldades sem economizar nada. Em compensação, os demais personagens que não sejam a protagonista ou Claire (Ali Larter), não possuem 1% de desenvolvimento e outros nem nome possuem.
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O roteiro segue por todos caminhos possíveis do clichê e mesmo os momentos que poderiam ser surpreendentes foram mal trabalhados ou estragados pela própria Milla, através de spoilers nas redes sociais. Ainda assim, o filme diverte e consegue ser bem superior aos últimos dois filmes, entregando momentos divertidos e despretensiosos. Existem também momentos que homenageiam filmes como “Dia dos Mortos” de George A. Romero, mesmo que em versão beeem mais light.

Escala de tocância de terror:

Direção: Paul W. S. Anderson
Roteiro: Paul W. S. Anderson
Elenco: Milla Jovovich, Ali Larter, Ruby Rose e William Levy
Origem: EUA
Ano de lançamento: 2017

https://www.youtube.com/watch?v=U7hjiPn2fjA

* Filme visto na cabine de imprensa promovida pelo Espaço Z na sala IMAX do Shopping Recife

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4 Comentários

4 Comments

  1. leon s. Kenned

    18 de fevereiro de 2017 a 12:32

    nao participarei deste filme mas em compensacao a minha querida companeira claire redfeld participara

  2. sabrinasantosreinaldo

    3 de junho de 2017 a 19:36

    aciosa pra assiste esse filme

  3. Amaral Lugo

    22 de Maio de 2018 a 07:18

    Obrigado pelo post, é bom. Este filme é umo do meus preferidos me manteve tensa todo o momento, e um filme que tem que assisitr da programação da hbo tem uma boa história esta franquia, desde o começo ele te pega. No elenco vemos A Mila Jovovich uma excelente atriz do Hollywood que faz uma grande atuação neste filme. Realmente a recomendo.

  4. 007

    1 de abril de 2019 a 09:49

    e uma bosta

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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[Por Felipe Macedo]
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SÉRIE: O Mundo Sombrio de Sabrina (2018)

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O Mundo Sombrio de Sabrina

[Por Jarmeson de Lima]

Ocultismo, bruxaria e paganismo em uma série para um público adolescente tem mais conteúdo macabro do que muito seriado com renome por aí. “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) tem se revelado muito mais do que uma releitura da série de TV dos anos 90 que apresentava uma simpática feiticeira ajudando seus amigos com truques de mágica. (mais…)

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