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DICA DA SEMANA: Livide (2011)

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[Por Geraldo de Fraga]

A dupla francesa Alexandro Bustillo e Julien Maury surgiu para o cinema de terror em 2007 com A Invasora. Este foi um dos filmes representantes do New French Extremity, movimento que trouxe uma grande leva de filmes interessantes na primeira década do século 21. O segundo longa deles só saiu quatro anos depois, dessa vez com uma pegada sobrenatural e com uma cara de conto de fadas sombrio.

Livide (2011), disponível no catálogo da Netflix Brasil, conta a história de Lucie Klavel (Chloé Coulloud), uma assistente de enfermagem que vive em uma cidade costeira da França. Visitando vários doentes em domicílio, ela acaba descobrindo uma mansão onde uma rica senhora vive em estado vegetativo, respirando por aparelhos. Da sua chefe, ela ouve que a velha guarda um tesouro naquela casa.

De posse dessa informação, ela planeja invadir a casa para procurar e roubar o tal tesouro, junto com seu namorado e um amigo dos dois. Claro, obviamente, lógico que o tiro sai pela culatra e a antiga mansão não é nem de perto um lugar seguro. Sinistro e lúdico até dizer chega, Livide é um espetáculo visual de primeira (a direção de arte é fantástica) e não economiza na violência. É do caralho (com o perdão do meu francês).

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RESENHA: Scare Campaign (2016)

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Scare Campaign

[Por Jarmeson de Lima]

Apesar do catálogo restrito, uma das melhores coisas da Netflix é poder encontrar produções independentes de horror que circularam muito pouco por aí. Um destes bons exemplos é o australiano “Scare Campaign” que foi exibido apenas em festivais de gênero e que agora todos podem assistir na versão nacional da plataforma de streaming. (mais…)

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DICA DA SEMANA: Piquenique na Montanha Misteriosa (1975)

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Piquenique na Montanha Misteriosa

Ah, a Austrália…. Nunca fui, mas gosto de muitos longas que se passam lá: Mad Max, O Corte da Navalha, Pelos Caminhos do Inferno, Wolf Creek, Morte Súbita. Porém, o filme que indicarei hoje não tem 0,1% da violência desses que eu falei, mas não deixa de ser um belo exemplar do cinema de horror da terra dos cangurus.

Piquenique na Montanha Misteriosa (Picnic at Hanging Rock, 1975) é um dos primeiros trabalhos do diretor Peter Weir em sua terra natal. Depois ele partiu para os EUA, onde dirigiu grandes produções como O Show de Truman, A Testemunha e Sociedade dos Poetas Mortos e colecionou indicações ao Oscar.

O roteiro de Cliff Green, baseado no livro de Joan Lindsay, conta a história de um grupo de jovens estudantes de um colégio para moças que, em 14 de fevereiro de 1900, partiram para uma excursão a Hanging Rock, um conjunto de montanhas que tinha a má fama de ser um local onde coisas esquisitas acontecem. E, claro, acontecem no filme também. Três meninas e uma professora somem durante o passeio.

A partir daí, um clima de histeria coletiva toma conta da cidade e do colégio. Mas, como citado acima, não veremos um pingo de sangue nos momentos de tensão. O filme de Peter Weir tem uma forte pegada de conto de fadas e faz muitas referências a sonhos. Além disso, o diretor explora com perfeição a paisagem inóspita da Austrália, que era praticamente intocada, no início do século passado.

Não precisa dizer que Piquenique na Montanha Misteriosa é o que se costuma chamar de “lento”, mas se você curte fugir um pouco do banho de sangue e entrar de cabeça em produções mais “viajadas”, a dica está dada. Tem no YouTube, mas sem legendas.

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DICA DA SEMANA: Pequeno Demônio (2017)

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Pequeno Demônio

[Por Felipe Macedo]

Filmes com crianças diabólicas estão entre nós há muito tempo, tendo como principal exemplo o clássico “A Profecia”. E como o cinema vez ou outra mostra crianças como monstros capazes de terríveis atrocidades, “Pequeno Demônio” (Little Evil), filme original da Netflix é o novo exemplo deste sub-gênero. Quer dizer… mais ou menos. Aqui o tom não é de terror e sim de comédia que satiriza esse filão de forma bacana. (mais…)

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