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DICA DA SEMANA: The Last Horror Film (1982)

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[Por Jota Bosco]

Ultimamente, boa parte do que resolvo parar para assistir vem de postagens de amigos nas redes sociais. Seja num daqueles “álbuns” de filmes assistidos ou relembrando a capa de uma velha VHS, bate o estalo, procuro nos sites de streaming e, se der sorte, já coloco na fila pra ver assim que tiver uma folguinha.

Minha dica dessa semana não foi diferente. Vi o cartaz dessa belezura na TL do Gurcius Gewdner (diretor do aclamado “Mamilos em chamas” e dos recentes “Bom dia, Carlos” e “Pazúcus: A Ilha do Desarrego“) e achei completo, em um dos melhores canais do Youtube: o da Troma Movies.

“The Last Horror Film” gerou grande buzz entre os fãs do gênero nos anos 80. Trazia de volta a dupla Spinell/Munro, de “Maniac, num filme que prometia um clima metalinguístico banhado de muito sangue. Acontece que o hype foi esfriando e o filme teve pouquíssimas exibições (algumas delas sob o título “Fanatic“) e caiu no esquecimento.

Malditos anos 80… Conseguiram até a proeza de deixar a Caroline Munro esquisita com esse cabelo de timbu

O filme conta a história do taxista Vinny Durand (Joe Spinell) que tem uma obsessão digamos nada saudável pela “rainha do horror”, Jana Bates (Caroline Munro) e sonha dirigir um filme estrelado por ela. Vinny resolve juntar os mijados e viajar para Cannes, onde conseguirá fazer o tão desejado contato com a atriz e realizar sua obra prima. Só que com a chegada do nosso herói, também acontecem desaparecimentos e mortes misteriosas de pessoas envolvidas no filme “Scream“, produção mais recente com a atriz e embarcamos nessa trama que mistura as rixas e picuinhas dos bastidores de uma grande produção com a obsessão de um assassino fanático.

Uma diversão extra é “caminhar” pelas ruas de Cannes durante os anos 80 e ver cartazes e placas luminosas de tantos filmes que aprendemos a amar como “Rambo“, “Cannibal Holocaust“, “Possession“, entre outros…

Título original: The Last Horror Film aka Fanatic
Ano: 1982
Direção e roteiro: David Winters
Elenco: Joe Spinell, Caroline Munro e Glenn Jacobson
País de origem: EUA

https://youtu.be/ja_psJ8Bjz8

Simpático de corpo™ Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/ Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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