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DICA DA SEMANA: The Texas Chainsaw Massacre 2 (1986)

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Texas Chainsaw Massacre

[Por Jota Bosco]

No último 26 de agosto de 2017, Tobe Hooper nos deixou. Então nada mais justo do que homenagear esse grande diretor que em seus altos e baixos (pô… em seus altos, o cara fez meu filme favorito do gênero!) dirigiu filmes que fazem parte da cinemateca básica de todo fã de horror que se preze.

Como essa sessão é sobre dicas de filmes que você pode assistir online com poucos cliques no mouse, minha escolha foi um filme que entrou recentemente na Netflix Brasil e que apesar de muita gente ter birra ou torcer o nariz pra ele, acho um dos acima citados, “pontos altos” do diretor: The Texas Chainsaw Massacre 2.

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O cartaz de divulgação que vem parodiando o hoje clássico “Clube dos Cinco“, já dá uma boa ideia do que veremos nos próximos 101 minutos. Esqueça o clima sombrio e tenso. Aqui temos uma grande paródia. É uma adequação ao estilo oitentista dos slashers e do gore com pitadas de humor como vemos em filmes como Um Lobisomem Americano em Londrese “A Hora do Espanto“, além da obra icônica que o antecede.

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Em The Texas Chainsaw Massacre 2temos o retorno dos clássicos personagens: Drayton (Jim Siedow), com seu racismo e devaneios de pequeno empreendedor tipo “imposto é roubo!”; Vovô Sawier (Ken Evert) e sua incrível disposição aos 103 anos; Leatherface aqui ainda mais bobalhão (com atuação de Bill Johnson e não pelo eterno Gunnar Hansen) e a apresentação de mais um integrante da trupe: Chop-Top (Bill Moseley, em sua segunda atuação no cinema), o irmão gêmeo do inesquecível carona do primeiro filme.

O elenco ainda traz novos personagens da trama: A “final girl”, Stretch (interpretada por Caroline Williams), uma DJ que acaba sendo testemunha de um assassinato cometido pela turminha de açougueiros e o porraloca do ex-policial Lefty Enright (interpretado pelo porraloca do Dennis Hopper), que busca vingança contra o bando.

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Bem, se você espera assistir um filme sério, vai detestar. Mas se você entrar na pilha dos envolvidos na obra (dá pra notar que todo mundo tá se divertindo horrores) vai assistir um filme com um cast fuderoso, cenários de primeira, muito sangue e tripas (é Tom Savini, porra!!!), “sacadinhas” e muito humor. Só digo uma coisa: obrigado por mais essa, Tobe!

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3 Comentários

3 Comments

  1. augusto

    14 de setembro de 2017 a 22:33

    Acho esse filme ótimo. O diretor aumentou a dose da violência em relação ao original e acrescentou uma boa dose de humor, ou seja, não buscou requenta a primeira parte.

  2. Pingback: RESENHA: Os 3 Infernais (2019) | Toca o Terror

  3. Pingback: RESENHA: Leatherface (2017) - Toca o Terror

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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