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DICA DA SEMANA: A Babá (2017)

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A Babá

[Por Felipe Macedo]

A nostalgia é uma coisa complicada e muito intíma. Por mais que milhões de pessoas tenham vivido aquela época, o que a torna mágica é a forma de como cada um viveu. Em “Stranger Things” por exemplo, por mais que haja um apelo nostálgico universal, o que chama a atenção em cada espectador é a forma de como se lembra das coisas mostradas. No geral, a sensação é saborosa e em outras é o extremo oposto. Dito isso, tenho que dizer que amei o filme “A Babá” (2017) lançado recentemente na Netflix, um longa que divide opiniões e se tornou o típico ame ou odeie.

A trama de “A Babá” segue a rotina de um garoto loser, alvo de bullying e que é apaixonado por sua belíssima babá que o trata como um igual e não como um pivete babaca. Numa determinada noite, seus pais saem para tentar se acertar e mais uma vez ele é deixado sob os cuidados da beldade.

O problema começa quando ele a enrola e não toma a bebida que continha remédios para dormir. Decidido a descobrir o que ela à noite, o garoto acaba vendo mais do que deve. A surpresa se torna um terror quando Bee, sua babá, se revela a líder de um clã teen satanista. Então a noite que prometia ser bem bacana se torna uma luta para sobreviver.

O diretor McG é conhecido por ter realizado o reboot de “As Panteras” (2000). Sendo que de lá pra cá, sua visão de videoclipe cinematográfico continua a mesma coisa. O exagero nos momentos mais “cool” é o que dá a graça do filme. No geral, o longa tem cenas realmente divertidas e sangrentas.

O roteiro de Brian Duffield criou para mim uma nostalgia incrível mesclando “Esqueceram de Mim” (1990) com uma pitada de slashers. Sem falar que “A Babá” como produto de nosso tempo, também pode ser visto como uma divertida crítica sobre o comportamento jovem de hoje em dia.

Como disse antes, o filme me trouxe uma fase muito gostosa da minha infância que além do lado criança e traquino, adorava ver sangue jorrar em filmes e videogames. Não é um filme perfeito, mas pelo menos é um passatempo com uma boa qualidade e de curta duração. Acaba sendo perfeito para aquele domingão de ressaca quando você está jogado na cama sem força para sair dela.

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1 comentário

  1. João Paulo

    29 de novembro de 2017 a 21:38

    Muito bom!!! Esse filme me trouxe uma lembrança aproximada dos filmes dos anos 80.
    Pessoal dá uma conferida no meu canal ARTE TERROR FILMES no YouTube.
    Lá eu dou dicas de filmes clássicos com cenas de bastidores. Destinado aos amantes de horror

  2. Pingback: RETROSPECTIVA: Melhores e Piores Filmes de 2017 | Toca o Terror

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