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DVD: “Cinema Trash” – Jess Franco

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[Por Osvaldo Neto]

CINEMA TRASH – JESS FRANCO é um dos últimos lançamentos da Obras-Primas do Cinema, que se destacou ao longo do ano no mercado nacional de home video, sempre trazendo ótimos lançamentos em DVD para o colecionador exigente.  A empresa tem feito a alegria dos fãs de cinema de gênero (em especial, os de horror) lançando pérolas que dificilmente ganhariam essas edições especiais e recheadas de conteúdo extra por parte de alguma outra distribuidora.

Este aqui se trata de um DVD duplo com quatro títulos: ELA MATOU EM ÊXTASE, SANTUÁRIO MORTAL, VAMPIROS LESBOS e LUA SANGRENTA. Todos eles são uma bela introdução ao universo do diretor. Os filmes deste DVD, sem exceção, apresentam excelente qualidade de som e imagem. As matrizes utilizadas são as mais recentes restaurações destes trabalhos. Com mais de uma hora de conteúdo, os extras são um show à parte, repletos de informação, curiosidades e algumas hilariantes histórias de bastidores. Ah, temos ainda um agrado muito bacana para o colecionador que são os cards com artes de divulgação dos 4 longas.

É discutível a inclusão do termo Trash no título do lançamento. Afinal, Jess Franco não é um cineasta que possa ser chamado de Trash. Dentre os seus inúmeros trabalhos, ele fez sim, filmes que se enquadrariam melhor nessa ‘categoria’ como OASIS DOS ZUMBIS, O MASSACRE DAS BARBYS, o infame O LAGO DOS ZUMBIS (co-dirigido pelo coitado do Jean Rollin) e muitos outros. Talvez um nome melhor fosse CINEMA EXPLOITATION – JESS FRANCO, mais condizente com o tipo de cinema que Franco fez por tanto tempo e que está muitíssimo bem representado nos 4 títulos escolhidos para fazer parte desta edição.

Mas cá entre nós? Se enfiar ‘TRASH’ no título = mais vendas, eu mal posso esperar para que a Obras-Primas lance urgentemente um CINEMA TRASH – JEAN ROLLIN, CINEMA TRASH – LARRY COHEN, CINEMA TRASH – JOE D’AMATO e por aí vai. Que venha mais!!

Confiram abaixo, as imagens capturadas dos dois DVD’s:

Menus:

Ela Matou em Êxtase
(Sie tötete in Ekstase / She Killed in Ecstasy, 1971, 80 min.)

Santuário Mortal
(Marquis de Sade: Justine / Marquis de Sade’s Justine, 1969, 124 min.)

Lua Sangrenta
(Die Säge des Todes/ Bloody Moon, 1981, 85 min.)

Vampiros Lesbos
(Vampyros Lesbos, 1971, 89 min.)

Extras DVD 01:

Extras DVD 02:


CINEMA TRASH – JESS FRANCO
está à venda nas melhores lojas físicas e virtuais.

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  1. Pingback: PROGRAMAÇÃO: MEDONHO – ANO IV | Toca o Terror

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RESENHA: In Search of Darkness (2019)

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Search of Darkness

[Por Frederico Toscano]*

In Search of Darkness é um documentário com uma proposta simples e direta: destrinchar a produção de horror dos Estados Unidos da década de 80. Lançado em maio do ano passado, acabou não chamando tanta atenção no Brasil (ou mesmo lá fora), provavelmente por não ter recebido uma distribuição e divulgação mais abrangentes. O que é compreensível, já que o projeto não saiu de um estúdio convencional, sendo fruto de uma bem-sucedida campanha de arrecadação dos sites Kickstarter e Indiegogo.

Com a meta alcançada e os fundos garantidos, o diretor e roteirista David Weiner deve ter pensado que os apoiadores mereciam ver seu dinheiro bem empregado. E entregou um filme de quatro horas e meia de duração. E pensar que teve gente reclamando de O Irlandês(mais…)

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RESENHA: The Titan (2018)

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The Titan

Em mais uma aposta da Netflix na Ficção Científica, “The Titan” é uma prova que nem sempre a gigante do streaming acerta em suas produções. Veja bem, não é culpa da produção técnica em si (quase sempre impecável), mas de parte do roteiro e de seu ritmo. (mais…)

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SÉRIE: Coletivo Terror (2020)

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Coletivo Terror

Coletivo Terror (Bloodride), série norueguesa da Netflix, é uma produção em formato de antologia. São seis episódios com histórias independentes, durando cerca de 30 minutos cada. Os roteiros são diversificados, temos contos de fantasmas, psicopatas, lendas nórdicas, tudo no melhor estilo Além da Imaginação.

Three Sick Brothers

Muita gente pensa que escrever histórias curtas pode ser fácil, mas nem todo mundo é capaz de condensar uma ideia em um espaço de tempo limitado. Em certos casos é até mais difícil. E a série criada por Kjetil Indregard e Atle Knudsen tropeça justamente aí, falhando em dar ritmo aos capítulos e buscando sempre uma reviravolta que poucas vezes surpreende o espectador.

The Elephant in the Room

De algum destaque, listamos como bons argumentos os episódios Three Sick Brothers (E02), Lab Rats (E04) e The Elephant in the Room (E06). A intenção foi boa, mas uma coisa ou outra no roteiro acaba deixando-os menos interessantes do que poderiam ter sido. Lab Rats tinha tudo para ser ótimo suspense, não fossem os diálogos constrangedores.

Ultimate Sacrifice

Ultimate Sacrifice (E01), Bad Writer (E04) e The Old School (E05) são os responsáveis por jogar a nota do programa lá pra baixo, com histórias ruins, previsíveis e atuações que deixam a desejar. O primeiro principalmente por ser o único a fugir do lugar comum e focar em um fato histórico bem norueguês: a herança viking.

Talvez o formato de curtas empolgue quem procura um passatempo rápido e leve, mas não espere ser surpreendido em nada por Coletivo Terror. Se uma segunda temporada for confirmada pela Netflix, é bom os criadores começarem a se esforçar mais.

P.S.: Não entendi a relação com o ônibus da abertura.

Escala de tocância de terror:

Título original: Bloodride
Direção: Geir Henning Hopland e Atle Knudsen
Roteiro: Kjetil Indregard e Atle Knudsen
Elenco: Stig R. Amdam, Anna Bache-Wiig e Ellen Bendu
Origem: Noruega

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