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Resenhas

DVD: Digistack “Giallo Vol. 4”

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[Por Jota Bosco]

A Versátil apresenta “Giallo Vol. 4”, digistack com 2 DVDs que reúne 4 clássicos inéditos do suspense sangrento italiano dirigidos por especialistas no gênero, como Sergio Martino (“Torso“) e Massimo Dallamano (“O Que Vocês Fizeram com Solange?“), além de uma hora de vídeos extras. Edição Limitada com 4 cards.

Esse é o primeiro box da série que não contém um filme do Lucio Fulci mas Sergio Martino continua firme, forte e marcando presença com seu “Todas as Cores da Escuridão“, que além de nos presentear com a belíssima Edwige Fenech ainda tem uma das melhores trilhas de todo o gênero, composta por Bruno Nicolai. Massimo Dallamano volta, após sua estreia no box “Giallo Vol. 2“, com o poliziottesco “O Que Eles Fizeram a Suas Filhas?” e estreando temos Francesco Barilli com o assustador “O Perfume da Senhora de Preto” e Emilio Miraglia com “A Rainha Vermelha Mata 7 Vezes.”

DISCO 1

Todas as Cores da Escuridão
(Tutti i Colori del Buio, 1972, 95 min.)

De Sergio Martino. Com George Hilton, Edwige Fenech, Ivan Rassimov.
Uma mulher em recuperação de um acidente de carro, que interrompeu sua gravidez, envolve-se com uma seita de adores do diabo. Psicodélico, inventivo e com uma trilha icônica de Bruno Nicolai, este é um dos melhores gialli de Martino.

O Que Eles Fizeram a Suas Filhas?
(La Polizia Chiede Aiuto, 1974, 91 min.)

De Massimo Dallamano. Com Giovanna Ralli, Claudio Cassinelli, Mario Adorf.
Ao investigar o aparente suicídio de uma jovem, a polícia descobre um esquema criminoso e sai à caça de um assassino. Eletrizante mistura de giallo e poliziottesco numa espécie de continuação do ótimo “O Que Vocês Fizeram com Solange?”.

DISCO 2

O Perfume da Senhora de Preto
(Il Profumo della Signora in Nero, 1974, 104 min.)
De Francesco Barilli. Com Mimsy Farmer, Maurizio Bonuglia, Mario Scaccia.
Silvia, uma cientista industrial, é assombrada por estranhas alucinações relacionadas à trágica morte de sua mãe. Com ecos de “O Bebê de Rosemary” e “Repulsa ao Sexo”, essa é uma obra-prima do giallo e do cinema horror italiano.

A Rainha Vermelha Mata 7 Vezes
(La Dama Rossa Uccide Sette Volte, 1972, 99 min.)

De Emilio Miraglia. Com Barbara Bouchet, Ugo Pagliai, Marina Malfatti.
Quando duas irmãs herdam o castelo da família, tem início uma série de assassinatos cometidos por uma misteriosa mulher trajando uma capa vermelha. Giallo divertido e bizarro que transita entre cenários góticos e o universo da moda.

EXTRAS:
– Entrevista de Sergio Martino (32 min.);
– Especiais e trailers (31 min.).

Simpático de corpo™ Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/ Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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RESENHA: O Farol (2019)

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[Por Rodrigo Rigaud]*
Após A Bruxa, difícil resistir a lançar holofotes sobre o novo longa de Robert Eggers – ainda o segundo de sua carreira. Para quem mergulhou no universo de isolamento, fanatismo, loucura e fantasia – um horror, de fato – de seu filme debut, O Farol (The Lighthouse) poderá soar como um naufrágio na potência de seu cinema. (mais…)

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RESENHA: Contato Visceral (2019)

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Contato Visceral

Sinceramente, alguns títulos traduzidos da Netflix atrapalham mais do que ajudam na hora de decidir o que ver. Se não fosse alguns colegas falarem bem de “Wounds“, eu jamais chegaria perto de assistir o filme que está no catálogo de streaming com o nome de “Contato Visceral“.

Dirigido por Babak Anvari, o mesmo autor de “À Sombra do Medo” (Under The Shadow), esta produção com selo Netflix vai fisgar a atenção de quem curte um horror sobrenatural perturbador.

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SÉRIE: Marianne (2019)

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marianne
[Por Felipe Macedo]

Histórias de bruxas sempre fascinaram o público. Sejam elas voltadas pra algo mais assustador ou infantil, essas personagens sempre causaram certo impacto. A lenda da bruxa má povoa nossa imaginação desde a infância em histórias como “João e Maria” e depois na vida adulta em filmes como “ Suspiria ”.

A Netflix sabendo do interesse sobre o tema e na falta de produções atuais sobre o assunto, trouxe recentemente para seu catálogo a série francesa “Marianne” prometendo noites insones para o público. A trama acompanha Emma, uma jovem escritora de bastante sucesso devido a uma série de livros onde a bruxa Marianne, literalmente toca o terror. Forçada a voltar para a cidade de Eden, uma pequena cidade costeira na França, lá ela descobre que sua personagem é real e está a procura de algo. Agora cabe a Emma e seus amigos de infância colocarem um fim no reinado de terror de Marianne.

Bem, qualquer semelhança com algumas historias de Stephen King não é mera coincidência. É notável a influência do autor em toda a história. O clima soturno e uma criatura realmente maligna norteiam a trama com alguns momentos cabulosos. Pena que isso não dure muitos episódios. Apesar de ter bastantes clichês do gênero, no começo a série me prendeu e logo em seguida me fez revirar os olhos diversas vezes. A tentativa de humor, no entanto, é totalmente descabida, sem agradar em nenhum momento gerando até irritação em uma quebra de clima.


O formato de série não ajudou no desenvolvimento dos demais personagens. Tirando Emma e Marianne, os outros são apenas estereótipos de filmes de terror. Pra piorar não são carismáticos e a medida que somem ou morrem na história, isso não acarreta peso algum. E isso é um grande problema no roteiro. A falta de consequências em situações que deveriam repercutir são esquecidas rapidamente. Num filme, isso é compreensível pela questão do tempo, mas numa série? Parece preguiça mesmo.

O número de episódios também poderia ter sido reduzido para no máximo uns seis. Tanto é que no meio da temporada temos muita encheção de linguiça. No fim, “Marianne” tem uma premissa boa, uma vilã realmente aterradora, mas os jumpscares em desmasia e a tentativa a todo custo de parecer um enlatado americano tiram muito de sua graça.

Escala de tocância de terror:

Criador: Samuel Bodin
Elenco: Victorie Du Bois, Lucie Boujenah, Alban Lenoir e outros
País de origem: França
Ano de lançamento: 2019

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