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DICA DA SEMANA: Vôo Noturno (1997)

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Vôo Noturno

[Por Felipe Macedo]

Filmes de vampiro sempre tiveram um espaço especial no meu coração. Sempre tentei assistir o máximo de conteúdo sobre o tema, mesmo tendo predileção por lobisomens e assassinos mascarados. Lembro que acampei na locadora em meado dos anos 90 doido para poder alugar Voô Noturno (The Night Flier), pois a capa prometia uma diversão sangrenta. Sendo que depois de conseguir locar, veio a decepção. Achei o filme bem fraco. Mas pesquisando atualmente, vejo que o mesmo tem uma legião de fãs. Foi assim que decidi dar a ele uma nova chance.

Baseado num conto do Stephen King, “Vôo Noturno” acompanha um sórdido reportér que trabalha num jornal mega sensacionalista e que está obcecado em desvendar os crimes do “aviador noturno”, um assassino que ataca em pistas de pouso de aviões em todo os EUA. O curioso é que o modus operante do vilão é bem similar ao ataque de um vampiro. Seguindo os passos do maníaco, ele esbarra numa trilha de sangue e corpos e que o levará para o pior pesadelo de sua vida. Obviamente, já deu pra sacar que não é o filme de mesmo nome dirigido anos depois por Wes Craven.

A trama é conduzida de forma investigativa, deixando o espectador como um segundo reportér, querendo desvendar o mistério. O maior defeito de filme é a direção de atores. Todos se esforçam para serem muito canastrões passando do limite, o que tira um pouco do peso dos acontecimentos. Ou vocês acham que é assustador ver um vilão movendo uma capa tipo Drácula pra lá e pra cá?

Não sei o quão fiel o filme é ao material original, mas a julgar pelo corajoso climax é bem provavél que tenha seguido o texto ao máximo possível. A equipe de maquiagem também é digna de reconhecimento e os efeitos gore estão bem bacanas. O cartaz do filme, no entanto, estraga a supresa desse mistério e ainda dá a ele um ar todo trash. Mas finalizando, “Vôo Noturno” é um filme que respira os anos 90 e diverte quem procura algo rápido. Confira completo no YouTube.

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1 comentário

  1. Ingrid CancerMoon

    19 de janeiro de 2019 a 12:13

    Legal! Vou assistir!

  2. gico

    23 de janeiro de 2019 a 11:33

    Porra, assistir no youtube a conversão da fita dublada dá todo um charme pro filme! Vou ver ahahahahah

  3. Vilém S.

    29 de março de 2019 a 01:41

    À primeira vista achei ser The Langoliers. A capa revela demais, mas não da pra mentir a idade com o “evil has a flight plan” ali embaixo.

  4. Pingback: EVENTO: Mostra Stephen King no CCBB (Rio, SP e Brasília) | Toca o Terror

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RESENHA: Scare Campaign (2016)

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Scare Campaign

[Por Jarmeson de Lima]

Apesar do catálogo restrito, uma das melhores coisas da Netflix é poder encontrar produções independentes de horror que circularam muito pouco por aí. Um destes bons exemplos é o australiano “Scare Campaign” que foi exibido apenas em festivais de gênero e que agora todos podem assistir na versão nacional da plataforma de streaming. (mais…)

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DICA DA SEMANA: Piquenique na Montanha Misteriosa (1975)

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Piquenique na Montanha Misteriosa

Ah, a Austrália…. Nunca fui, mas gosto de muitos longas que se passam lá: Mad Max, O Corte da Navalha, Pelos Caminhos do Inferno, Wolf Creek, Morte Súbita. Porém, o filme que indicarei hoje não tem 0,1% da violência desses que eu falei, mas não deixa de ser um belo exemplar do cinema de horror da terra dos cangurus.

Piquenique na Montanha Misteriosa (Picnic at Hanging Rock, 1975) é um dos primeiros trabalhos do diretor Peter Weir em sua terra natal. Depois ele partiu para os EUA, onde dirigiu grandes produções como O Show de Truman, A Testemunha e Sociedade dos Poetas Mortos e colecionou indicações ao Oscar.

O roteiro de Cliff Green, baseado no livro de Joan Lindsay, conta a história de um grupo de jovens estudantes de um colégio para moças que, em 14 de fevereiro de 1900, partiram para uma excursão a Hanging Rock, um conjunto de montanhas que tinha a má fama de ser um local onde coisas esquisitas acontecem. E, claro, acontecem no filme também. Três meninas e uma professora somem durante o passeio.

A partir daí, um clima de histeria coletiva toma conta da cidade e do colégio. Mas, como citado acima, não veremos um pingo de sangue nos momentos de tensão. O filme de Peter Weir tem uma forte pegada de conto de fadas e faz muitas referências a sonhos. Além disso, o diretor explora com perfeição a paisagem inóspita da Austrália, que era praticamente intocada, no início do século passado.

Não precisa dizer que Piquenique na Montanha Misteriosa é o que se costuma chamar de “lento”, mas se você curte fugir um pouco do banho de sangue e entrar de cabeça em produções mais “viajadas”, a dica está dada. Tem no YouTube, mas sem legendas.

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DICA DA SEMANA: O Grito 3 – O Início do Fim (2014)

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O Grito 3

[Por Júlio Carvalho]

Se você acha que de malassombro só tem Jason, Freddy, Michael e afins, fique sabendo que lá no Japão tem uma alma penada chamada Toshio, que já vem rendendo uma franquia de quase 10 filmes sem nem contar os remakes americanos. A dica do fim de semana é o “terceiro” longa dessa saga – O GRITO 3: O INÍCIO DO FIM – que praticamente se trata de uma história de origem e que se encontra no catálogo da Amazon Prime Video. (mais…)

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