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TV: Into the Dark (Canal Space)

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Nesta sexta-feira, 25 de janeiro, às 22h30, o canal Space exibe, com exclusividade na América Latina, o primeiro dos 12 longas de terror da série Into the Dark, produzidos pela Blumhouse. Inspirada nas datas comemorativas de cada mês do ano, como Halloween, Natal, Ano Novo, Dia dos Namorados, entre outras, a série de filmes explora o lado mais obscuro da humanidade e a relação do homem consigo mesmo.

O primeiro dos 12 longas, “Réveillon Macabro” (“New Year, New You”) conta a história um grupo de amigas millennials que organiza uma noite de garotas na véspera do Ano Novo para se reencontrarem. À medida que começam a vir à tona antigas recordações, brincando de ‘Eu nunca’, rancores e segredos que estiveram ocultos por muito tempo se manifestam das maneiras mais infames e surpreendentes. “Réveillon Macabro” estreia nesta sexta-feira, dia 25 de janeiro, às 22h30, com reprise na próxima quinta-feira, 31 de janeiro, às 22h30.

INTO THE DARK – Para aumentar sua dose mensal de pesadelos, esta é uma série original do canal Space, composta por 12 longas de 90 minutos de duração, que irão ao ar todos os meses, contando uma nova e cativante história cujos os sinistros protagonistas são o terror e o medo. Cada filme terá elenco e personagens distintos. A produção dos filmes ficou a cargo da Blumhouse Productions, do produtor Jason Blum, que acumula mais de 30 longas, incluindo sucessos como “Corra!”, “Atividade Paranormal” e “Sobrenatural“.

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SPACE – Desde sua estreia no Brasil em 2008, o SPACE, canal do Grupo Turner Brasil, traz o melhor conteúdo de ação para um público ávido por emoções extremas. O Space está disponível em mais de 62 milhões de domicílios na América Latina e mais de 12 milhões no Brasil, chegando através de cinco feeds SD (Sul, Panregional, México, América Central e Brasil) e dois feeds HD (Panregional e Brasil) em várias operadoras de TV por assinatura.

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1 comentário

  1. gico

    24 de janeiro de 2019 a 15:00

    Vale a pena conferir, hein?!

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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