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DICA DA SEMANA: Farol da Morte (1999)

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Farol da Morte
[Por Felipe Macedo]
Quem tem memória boa ou já era nascido, lembra que no final dos anos 90, os filmes de terror em sua maioria tentavam imitar “Pânico” (1996) de qualquer forma querendo lucrar em cima do fenômeno. Os slasher teens abarrotavam cinemas e locadoras, sendo, entretanto, a maioria de qualidade bem duvidável. Foi aí que uma produção da Inglaterra lançada em 1999 buscava resgatar as raizes deste subgênero, trazendo uma trama mais sombria e que misturava o clima de “Halloween” (1978) e a violência splatter de “Sexta-Feira 13” (1980).

Em “Farol da Morte” (Lighthouse) acompanhamos aqui um navio que transporta alguns prisioneiros, que estão sendo levados para uma prisão de segurança máxima. Entre eles os passageiros está o infame Leo Rook, um serial killer mundialmente famoso e perigoso que mata qualquer um que estiver em sua frente.
O que acontece é que durante a viagem, uma baita tempestade cai e para completar, uma fã (!) do vilão consegue soltá-lo. Naquela vibe de grandes escapadas, ele arruma um bote e foge para uma ilha remota com um farol. Chegando lá, ele dá cabo de quem está no local e ainda desativa a luz para deixar as embarcações à deriva.

Esse sombrio slasher deixa de lado uma das principais caracteristicas que é trazer um elenco de jovens e os substitui por marmanjos bem mais velhos, com pouquissimas personagens femininas. O tom do filme é opressor e cria um clima de desconforto conforme a trama avança. Aqui se soube aproveitar um suspense bem feito que sabe causar apreensão e tensão, associado a mortes extremamente sangrentas e crueis. O vilão não é mascarado ou deformado, mas é sempre mostrado nas sombras fazendo o tipo de caladão implacável, dando um tom quase sobrenatural ao personagem.
Pouco conhecido, mas fora da curva, “Farol da Morte” se destaca no mar de cópias descaradas e vai agradar o fã desse tipo de filme. Não é perfeito, tem alguns vícios de direção bem datados praquela época, mas diverte na sua maior parte do tempo. Um fã lembrou dos 20 anos de lançamento do filme e colocou ele na íntegra no YouTube pra quem quiser ver neste fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Eu Enterro os Vivos (1958)

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Eu Enterro os Vivos

[Por Osvaldo Neto]

Robert Kraft (Richard Boone), um homem bem sucedido, recebe a tarefa de cuidar do cemitério da cidade, que é administrado pela sua família, também dona de uma grande loja local de departamentos. Enquanto não arranja um substituto, ele recebe a assistência de Andy McKee (Theodore Bikel, roubando cenas), um antigo funcionário que trabalha no local há 40 anos e irá se aposentar. É quando Robert se depara com um enorme mapa no escritório que contém todos as sepulturas, as ocupadas (marcadas por alfinetes pretos) e desocupadas (marcadas por alfinetes brancos). (mais…)

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LISTA: Filmes que parecem Black Mirror

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Lista Black Mirror

[Por Jarmeson de Lima]

Recentemente acabei encarando uma série de filmes que pareciam extraídos do cultuado seriado britânico “Black Mirror“. Pra quem já viu, sabe que a tônica é ver histórias em um futuro distópico com situações onde a humanidade e a sensibilidade humana é posta em xeque com um tom pessimista. (mais…)

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DICA DA SEMANA: Amityville II – A Possessão (1982)

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Amityville II - A Possessão

[Por Jarmeson de Lima]

O atento leitor desta seção de dicas vai notar que poucas vezes recomendamos continuações. Quando isso acontece é com obras que saem da previsível curva em que algumas franquias se incluem, dando mais do que se espera. E por isso mesmo acabam sendo odiadas pelos mais puristas e amadas pelos demais. (mais…)

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