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DVD: Digipack “Coleção O Homem Invisível”

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[Por Osvaldo Neto]

A Classicline é uma distribuidora de home video especializada em cinema clássico com mais de uma década de existência e atividade. Mensalmente, temos lançamentos e relançamentos de filmes que se encontravam ausentes das lojas físicas e virtuais – sejam lançados antes por eles ou outras empresas – assim como produções esquecidas que ganham uma nova vida no mercado.

Eles lançam mais filmes de comédia, dramas, faroestes, guerra e aventura como destaque entre os títulos anunciados. Desde o ano passado, por exemplo, ela tem lançado filmes do Jerry Lewis e esses DVD’s costumam sumir dias depois que eles chegam às lojas. E olha que falamos de um cenário que não anda dos melhores para a mídia física no nosso país.

Não é comum que a Classicline lance cinema de horror e ficção científica, embora ela tenha alguns dos principais clássicos da Universal em seu catálogo. Mas fomos surpreendidos nesses últimos meses com o lançamento de A ESPINHA DO DIABO e com o recente anúncio do digipack COLEÇÃO O HOMEM INVISÍVEL, que chegará nas lojas em Janeiro/18. É um DVD duplo com os dois primeiros filmes da franquia: O HOMEM INVISÍVEL (1933), de James Whale, com Claude Rains e Gloria Stuart e sua continuação, A VOLTA DO HOMEM INVISÍVEL (1940), de Joe May, estrelada por Cedric Hardwicke, Nan Grey e um jovem Vincent Price, que nem sonhava em ser um astro do gênero, como O Homem Invisível deste filme.

Nós do Toca o Terror já recebemos uma amostra do produto e, em 1a mão, vamos falar dele para vocês.

Apresentação:

DVD’s:

Os filmes são apresentados em dois DVD’s com imagem e som de qualidade em boas cópias restauradas, especialmente a do 1o. filme. São edições simples, com o único extra sendo uma galeria de fotos e cartazes no DVD de O HOMEM INVISÍVEL, que também possui a opção de dublagem em português. A VOLTA DO HOMEM INVISÍVEL é assistido com áudio original em inglês 2.0 (Dolby Digital) e 1.0 (mono) e legendas.

DISCO 01

DISCO 02

Pode ser que o título COLEÇÃO O HOMEM INVISÍVEL dê a deixa para que a Classicline lance os demais filmes da franquia (A MULHER INVISÍVEL, O AGENTE INVISÍVEL, A VINGANÇA DO HOMEM INVISÍVEL). Veremos se isso ocorre ou se o “Coleção” se referiu apenas aos dois filmes contidos nesse digipack. Mas no geral, trata-se de um lançamento muito digno para o fã e colecionador deseja ter o grande clássico da Universal e sua sequência em um lugar de honra na prateleira.

O digipack está disponível para compra imediata na loja virtual da própria distribuidora.

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  1. Pingback: RÁDIO - PROGRAMA: Cientistas loucos (2020) | Toca o Terror

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RESENHA: #Alive (2020)

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Alive

O cinema sul coreano ganhou uma visibilidade incrivel nos últimos anos e hoje não é tão raro ver obras vindas de lá aportarem no cinema. Mas é claro que com a pandemia as coisas foram freadas e alguns filmes estão ganhando destaque via streaming. Este é o caso de #Alive, filme que estreou em seu país na reabertura dos cinemas com bastante êxito e está sendo distribuído mundialmente pela Netflix.

A trama acompanha um jovem rapaz, que sozinho no apartamento da família, tenta sobreviver a uma epidemia mortal que transforma os cidadãos em zumbis sedentos por carne humana. No passar de vários dias, com comida e água acabando e ataques cada vez piores das criaturas, o rapaz coloca em cheque a promessa que fez ao pai de sobreviver. E aos trancos e barrancos ele tentará cumprir o que foi pedido.

#Alive é um bom filme de zumbis que não coloca nada de novo na mesa, mas traz o básico que, em sua maior parte, é competente. O longa não enrola e logo nos primeiros minutos a confusão e o caos predominam. A primeira parte é a melhor, se passando em praticamente um único cenário, mostrando bem a sensação de solidão e medo do personagem com cenas de ação pontuais e mais comedidas. Vale comentar a ótima maquiagem dos monstros que lembram o conterrâneo “Invasão Zumbi” (Train to Busan).

Outra semelhança com o longa de zumbis mais famoso é a ambientação minimalista e o país. Sinceramente, essa sim deveria ser a sequência real dele, pois mesmo não sendo perfeita, se mostra bem superior à continuação oficial, chamanda “Península”.

Os problemas de #Alive vêm à tona em sua segunda metade, onde as sequências de ação se tornam inverossímeis demais (até para um filme de zumbis)… Meio que a produção se rende ao espetáculo ocidental apresentando exageros que tiram a atenção diversas vezes. O clímax acaba sendo forçado e emotivo demais querendo a todo custo arrancar lágrimas do público.

Concluindo… #Alive não é um divisor de águas do gênero, mas é divertido e tenso na maior parte de sua duração. Vale gastar o tempo assistindo as desventuras do protagonista e sua busca pela sobrevivência.

Escala de tocância de terror:

Título original: #Saraitda
Diretor: II Cho
Roteiro: II Cho,Matt Naylor
Elenco: Ah-in Yoo, Shin-Hye Park,Bae-soo Jeon e outros
País de origem: Coreia do Sul

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RESENHA: Dominação (2017)

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Dominação

[Por Felipe Macedo]

Estrelado por Aaron Eckhart e produzido por Jason Blum, “Dominação” (Incarnate) mais uma vez mostra a história de um jovem possuído por um demônio poderoso. Nosso herói aqui luta para derrotar o grande mal e salvar o dia. No entanto, o longa tenta vir com uma promessa de abordar o tema de uma forma diferente do que foi mostrado até hoje. (mais…)

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RESENHA: In Search of Darkness (2019)

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Search of Darkness

[Por Frederico Toscano]*

In Search of Darkness é um documentário com uma proposta simples e direta: destrinchar a produção de horror dos Estados Unidos da década de 80. Lançado em maio do ano passado, acabou não chamando tanta atenção no Brasil (ou mesmo lá fora), provavelmente por não ter recebido uma distribuição e divulgação mais abrangentes. O que é compreensível, já que o projeto não saiu de um estúdio convencional, sendo fruto de uma bem-sucedida campanha de arrecadação dos sites Kickstarter e Indiegogo.

Com a meta alcançada e os fundos garantidos, o diretor e roteirista David Weiner deve ter pensado que os apoiadores mereciam ver seu dinheiro bem empregado. E entregou um filme de quatro horas e meia de duração. E pensar que teve gente reclamando de O Irlandês(mais…)

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