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DICA DA SEMANA: O Exército do Extermínio (1973)

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Exército do Extermínio

Quando se fala que George A. Romero não fez só ‘filmes de zumbi’, as primeiras produções que vêm à mente são os famosinhos Martin, Instinto Fatal e A Metade Negra, além da clássica antologia Creepshow: Arrepio do Medo. Mas lá em 1973, somente cinco anos após A Noite dos Mortos-Vivos, Romerão lançava outra obra totalmente politizada.

Na época de seu lançamento, O Exército do Extermínio (The Crazies, 1973) não foi muito bem recebido, é verdade, mas azar de quem não viu no cinema. Segue a treta: Uma arma biológica produzida pelo exército americano é, acidentalmente, dissipada em uma pequena cidade da Pennsylvania. Quem fica contaminado começa a perder a sanidade e se torna uma ameaça para as outras pessoas.

É aí que os militares, fazendo merda atrás de merda, resolvem colocar o lugar em quarentena, começam a combater os infectados e deter quem ainda pode ser salvo. O problema é que alguns moradores não confiam muito na intenção do exército e bolam um plano de fuga, sendo considerados fugitivos.

O Exército do Extermínio usa o roteiro para tecer várias críticas já recorrentes na época, abordando racismo, xenofobia e guerra. Em 2010, The Crazies ganhou um remake, batizado aqui com o nome genérico de A Epidemia, que também é bem legal. Talvez, qualquer dia, falemos dele. O original, contudo, pode ser visto em plataformas como o YouTube e o Tubi.

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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