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DICA DA SEMANA: 3 AM (2012)

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3 AM

[Por Osvaldo Neto]

3 AM (2012) é outro filme que reforça a tese de que você pode fuleirar com tudo que é tipo de fantasma, menos com fantasma de filme de horror asiático. Por que? Porque tu sempre vai se lascar, meu querido(a)… Sempre! Não tem “alisabel”. Essa boa antologia produzida na Tailândia foi exibida em 3D nos cinemas orientais e parte do pressuposto que os eventos sobrenaturais ganham muito poder a partir das 3 da madrugada.

O filme apresenta três histórias: a primeira e mais previsível é um terror teen que envolve uma peruca assombrada (sério!). A segunda e mais séria fala sobre o jovem funcionário de uma funerária que se apaixona por quem não devia e a terceira e mais cômica porém não menos surpreendente lida com chefes e empregados de uma empresa de tecnologia que adoram aplicar pegadinhas entre si.

Como estamos falando de horror asiático, a gente sabe que nenhuma dessas histórias terá um final feliz. O sucesso do filme gerou uma continuação em 2014, desta vez sem o uso do 3D para pregar aquele susto no espectador.

Os dois longas ganharam distribuição no Brasil pela A2 Filmes. 3 AM e 3 AM: A HORA DA MORTE podem ser assistidos agora mesmo através do serviço de streaming Netflix. Você também pode fazer o aluguel ou download digital de ambos pela plataforma Looke:

https://www.looke.com.br/filmes/3-am
https://www.looke.com.br/filmes/3-am-a-hora-da-morte

Mas se você tem preferência pela mídia física, o primeiro longa foi lançado em DVD pela Flashstar, podendo ser encontrado em locadoras ou adquirido nas melhores lojas.

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DICA DA SEMANA: Pânico na Floresta (2003)

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Pânico na Floresta

A dica da semana é um filme que inicia uma das maiores franquias do horror que nasceu no comecinho dos anos 2000: PÂNICO NA FLORESTA (Wrong Turn) de 2003. Essa franquia, além da violência extrema é caracterizada também pela bagunça dos títulos nacionais, mas isso explico mais pra frente.

Na trama, a gente acompanha um médico que está viajando para uma entrevista de emprego, mas quando se vê em um engarrafamento decide cortar caminho por dentro de uma estrada de terra que corta a floresta. No caminho se distrai e acaba batendo num carro que pertence a um grupo de jovens que estavam indo fazer trilha, acampar etc. Agora todos a pé entram floresta adentro pra conseguir ajuda e acabam sendo caçados por… enfim, assista!

PÂNICO NA FLORESTA é um filme honesto dirigido por Rob Schmidt que faz um trabalho digno construindo boas sequências de tensão e acerta em não mostrar muito os vilões de início. O longa conta até com uma certa violência gráfica que viria a ser marca registrada da franquia, mas é aqui é modesta, porém eficaz. Os efeitos ficaram a cargo dos estúdios de Stan Winston (Jurassic Park, Exterminador do Futuro). No geral, o filme é uma produção curta, mas direta ao ponto e que cumpre bem o que promete.

Caso se interesse em encarar a franquia, é preciso alertar para a bagunça dos títulos nacionais. Em 2007 saiu um PÂNICO NA FLORESTA 2 que não é sequência desse filme! Na verdade, nem sequência é, se tratando de um filme chamado TIMBER FALLS e que tem até no catálogo do LOOKE. Meses depois, no mesmo ano, WRONG TURN 2: DEAD END foi lançado e aqui no Brasil também ganhou o título PÂNICO NA FLORESTA 2 e pode ser conferido no NOW. O terceiro filme ganhou o título nacional de FLORESTA DO MAL, o quarto de PÂNICO NA NEVE e os dois últimos se chamam PÂNICO NA FLORESTA 5 e 6 mesmo.

Voltando… o primeiro filme é um slasher honesto que vai agradar fãs do gênero que ainda não conhecem essa belezinha dos anos 2000 e pode ser visto no TELECINE, VIVO PLAY e no AMAZON PRIME VIDEO sob o título CURVA MORTAL (lembra da bagunça dos títulos nacionais?).

NOTA: Sabia que PÂNICO NA FLORESTA já tem um reboot/remake marcado para estrear esse ano sob o título de PÂNICO NA FLORESTA: ARMADILHA MORTAL (Wrong Turn: the foundation)?

NOTA 2: Sabia que falamos sobre este e outros filmes similares no programa que gravamos sobre Acampamentos?

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DICA DA SEMANA: Sangue no Farol (1960)

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Sangue no Farol

Bert I. Gordon é um nome familiar para todos aqueles que se aventuram pelo cinema B e exploitation dos anos 50 a 70, com destaque para seus filmes de criaturas gigantes como “O Monstro Atômico”, “A Maldição da Aranha”, “O Império das Formigas” e “A Fúria das Feras Atômicas”. Foi por esses e outros títulos que ele foi carinhosamente apelidado de Mr. B. I. G. pelo estudioso Forrest J. Ackerman.

Quando o final dos anos 50 chegou, a vida de independentes como Gordon e Roger Corman ficou mais complicada. O público deixou de dar a mesma atenção aos filmes “B” e ficou mais interessado em produções a cores, quando grandes estúdios como a Fox exploravam o filão com filmes mais espetaculares como “A Mosca da Cabeça Branca” e “Viagem ao Fundo do Mar”. Foi quando o B. I. G. se aventurou por algo um pouco mais diferente do que estava acostumado com SANGUE NO FAROL (Tormented, 1960), uma tradicional história de fantasmas, porém ambientada nos ‘dias atuais’.

Tom Stewart (Richard Carlson) é um pianista de jazz e vive em uma ilha, não muito longe da casa de sua noiva (Lugene Sanders), filha de uma família rica e influente do local. Tudo estava bem até o momento em que ele se envolve numa discussão com Vi (Juli Reding), sua ex-amante que não aceita o fim do relacionamento, em um farol esquecido e abandonado. Tom vê a oportunidade de se livrar das ameaças contra seu novo relacionamento quando o embate provoca a queda acidental de Vi e ele não a ajuda a se salvar, caindo assim de uma grande altura para a morte certa.

Como foi dito antes, essa é uma história de fantasmas, então nem demora 1 dia para que o homem seja atormentado (conforme o título original) por visões e alucinações provocadas pelo vingativo fantasma da ex-amante. Não espere a sutileza e ambiguidade no tratamento do sobrenatural como em “Os Inocentes“, aqui é tudo ‘na cara’ mesmo. Os demais personagens podem não ver o fantasma, mas encontrarão objetos da falecida e até mesmo, também sentir o perfume quando ele passou pelo lugar.

Um achado de SANGUE NO FAROL é Sandy, a irmã menor da noiva de Tom, vivida por uma ótima Susan Gordon, a filha do próprio diretor-roteirista. Alguns dos diálogos dela com o protagonista hoje causam mais calafrios que qualquer aparição da fantasma vingativa, mas sempre vale destacar quando uma personagem infantil se torna parte essencial de um filme do gênero. A desenvoltura da pequena Susan é tamanha que ela fica de igual para igual com o experiente Richard Carlson em todas as suas cenas juntos.

Os efeitos práticos e truques óticos empregados também colaboram com o prazer de assistir a esse filme “B” exemplar do hoje quase centenário Bert I. Gordon. SANGUE NO FAROL caiu em domínio público há muitos anos e pode ser assistido pelo YouTube, com legendas em português.

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LISTA: Top 20 – Melhores filmes da década (2010-2020)

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Neste final de ano, nossa retrospectiva será diferente. Como se aproxima uma nova década, estamos agora compilando os melhores filmes de terror lançado nos últimos 10 anos. Os integrantes da equipe do Toca o Terror escolheram em votação individual os seus preferidos por ano e aqui chegamos a esta lista com as 20 obras mais importantes do estilo que apreciamos. (mais…)

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