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DICA DA SEMANA: O Nevoeiro (2007)

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O Nevoeiro

Aproveitando que de uns meses pra cá – ok, quase sempre! – Stephen King tá em alta. Principalmente por conta do segundo capítulo de IT – A Coisa, algumas produções da Netflix e Doutor Sono, vou indicar uma das melhores adaptações suas já feitas para o cinema: O NEVOEIRO (The Mist, 2007) que se encontra, não sei até quando, no catálogo da Amazon Prime Video. (Por favor não confundam com a série de mesmo nome!)

Na trama, acompanhamos um grupo de pessoas refugiadas em um supermercado por conta de um misterioso nevoeiro que toma conta de uma pequena cidade e que esconde estranhas criaturas prontas pra tocar o terror.

O longa é escrito e dirigido por Frank Darabont que já era experiente nas adaptações do autor com os aclamados A ESPERA DE UM MILAGRE e UM SONHO DE LIBERDADE. Também escreveu roteiros de clássicos oitentistas como A BOLHA ASSASSINA, A MOSCA 2 e até episódios do CONTOS DA CRIPTA, além de atualmente ser o co-criador da série THE WALKING DEAD. Com um currículo desse, não é a toa que ele extrai o melhor de Stephen King em sua adaptação pra O NEVOEIRO.

Como este não é um texto de análise, não irei me debruçar em detalhes, mas não dá pra deixar de comentar o quanto fiel e bem dirigida esta obra é. Seja na narrativa fluida ou na dinâmica entre os personagens, O NEVOEIRO entrega muitas situações de tensão e outras que te fazem ficar revoltado com o que tá vendo. Sem contar a violência gráfica e o visual das criaturas bizarras.

Atenção! Se você ainda não viu, evite ler a respeito em fóruns ou críticas pois este longa te reserva uma parada cabulosa que só vendo sem saber pra ficar de boca aberta. Quem viu sabe do que tô falando. É fã do Stephen King? Vai fundo que é um filmaço!

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DICA DA SEMANA: O Mestre dos Desejos (1997)

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Mestre dos Desejos

Mestre dos Desejos” (Wishmaster) é aquele típico filme estraga-prazeres. Não pelo filme em si, claro, mas por sua premissa que acaba com as fantasias de muita gente que só conhecia as lendas de gênios da antiguidade pelos desenhos da Disney.

O lance é que esses seres mágicos chamados de Djinns existem por aqui há séculos e tudo o que querem é só um descuido dos humanos pra povoar a Terra com tudo de ruim que sua vã imaginação pode conceber. Em “Mestre dos Desejos“, um verdadeiro clássico dos anos 90, produzido por Wes Craven e dirigido por Robert Kurtzman, temos a história de um desses Djinns que é despertado na era contemporânea e deseja apenas promover o caos.

Não tem lâmpada mágica para esfregar, mas temos uma estátua e uma opala vermelha que serve de prisão para o gênio diabólico desde o Império Persa. Isso daí é brevemente explicado no início e não precisamos nos preocupar com muita enrolação. De lá até os Estados Unidos nos “dias atuais” é um pulo e é onde o filme concentra sua ação.

Numa sequência de fatos e acasos, a joia que abriga o Djinn (Andrew Divoff) vai parar num laboratório e inadvertidamente ele acaba sendo libertado. A partir daí as desgraças começam a ocorrer desde que ele sugere que sua primeira vítima faça um desejo. A grande sacanagem da parada é o gênio interpretar o desejo ao seu modo, igual a algumas piadas infames. E assim o Djinn que ressurgiu como um monstro sai disfarçado de um canto a outro sacrificando vidas humanas a troco de pedidos mal feitos e chantageando outras pessoas para que façam o que ele quer.

Contra o filme só temos mesmo os efeitos digitais super datados, mas a seu favor temos cenas bem impactantes, um toque de humor mórbido e a presença especial de Robert Englund (o protagonista de outro filme de Wes, vocês sabem qual…). “Mestre dos Desejos” está no catálogo da Amazon Prime Video. Depois de vê-lo ou revê-lo, possivelmente você vai passar a ser mais cauteloso naquilo que pede.

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DICA DA SEMANA: Cujo (1983)

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Cujo

O nome de Stephen King já levou inúmeros fãs de horror a encarar um filme, sem nem saber que se tratava, apenas porque foi baseado em um dos seus livros. Eu já fui assim, principalmente na época das locadoras, quando só se tinha muita informação das grandes produções. Tinha longas, lançados direto para vídeo, que você ia às cegas, apenas confiando no taco do senhor King.

Mesmo assim, eu era desconfiado com alguns desses filmes. Cujo, de 1983, era um deles. Não entrava na minha cabeça uma história de mãe e filho presos em um carro, sendo ameaçado por um cão raivoso. Com o passar dos anos, comecei a ler elogios sobre o longa dirigido por Lewis Teague (Alligator e Olhos de Gato).

Resolvi dar uma chance a Cujo. Quando gravamos nosso programa de rádio sobre filmes com animais, tive que dar o braço a torcer, pois o filme é muito bom sim. O enredo, no entanto, é um exagero só: um cachorro da raça São Bernardo é mordido por um morcego e contrai raiva (e pense numa raiva).

Após seu carro dar problema em uma oficina no meio da nada, Donna Trenton (Dee Wallace) e seu filho pequeno Tad (Danny Pintauro) ficam cercados pelo bicho. O roteiro simples pode dar a impressão, e era o que eu achava antes, que a história é monótona, mas as boas atuações da dupla de protagonistas e as reviravoltas da trama não te deixam cochilar. Entrou no catálogo da Netflix e aproveite no fim de semana.

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DICA DA SEMANA: Vamp – A Noite dos Vampiros (1986)

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Vamp - A Noite dos Vampiros

[Por Geraldo de Fraga]

Quando se fala de filmes de vampiros dos anos 80, A Hora do Espanto e Os Garotos Perdidos são os longas considerados clássicos. Porém existe uma produção menor, quase sempre esquecida pela maioria dos fãs do gênero, mas que se mantém na memória afetiva dos quarentões, principalmente aqueles que eram ‘ratos de locadora de vídeo’. (mais…)

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