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DICA DA SEMANA: Franquia Natal Sangrento (1 e 2)

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Natal Sangrento

Duvido muito que Jesus tenha morrido na cruz para que vocês se reúnam com suas famílias carregando um vírus letal e graças a isso matem seus avós. Por isso, a minha dica da semana é uma sessão dupla para que vocês possam manter o distanciamento social e poupar seus entes queridos: Os 2 primeiros filmes da franquia “Natal Sangrento“.

Vale salientar que a franquia tem 5 filmes mas o episódio 3 não achei disponível nas plataformas de streaming e os episódios 4 e 5 não têm nenhuma relação com os demais, então assistam por sua própria conta e risco.

Começamos com o filme “Natal Sangrento” (Silent Night, Deadly Night), de 1984. Conheçam Billy, um jovem atormentado pela lembrança do assassinato de seus pais por um terrível bandido vestido de Papai Noel logo após ter sido avisado por seu senil avô de que apenas crianças que não fizeram absolutamente nada de errado recebem presentes, as demais são punidas por ele.

Criado num orfanato por onde sofre abusos de uma cruel madre superiora, Billy é reintegrado à sociedade e vai trabalhar como auxiliar de uma loja de departamento. Tudo vai muito bem até acontecerem algumas coisas que servirão de gatilho para que o jovem Billy se torne o presente que ninguém gostaria de receber no Natal. Tem momentos tão engraçados que vocês nem vão sentir falta da piada do “é pra ver ou pra comer?” do Tio Bira. Vocês podem assistir no YouTube, na Darkflix ou comprando em mídia física, no box “Slashers Vol. 3” da Versátil Home Vídeo

Como as cervejas já devem ter acabado ou vcs acabaram de reabastecer o freezer e elas ainda estão gelando, hora de abrir aquela Cidra Cereser™ e curtir “Natal Sangrento – Retorno Macabro“, de 1987. É a vez de relembrarmos Ricky Caldwell, o irmão bebêzinho de Billy, que também estava presente na hora do assassinato dos seus pais e que foi criado no mesmo orfanato.

O filme é uma longa conversa entre o agora adulto Ricky e seu psiquiatra. Conversa essa onde ele além de recontar a história inteira do primeiro filme através de flashbacks, conta como também se tornou um maníaco homicida após a morte de seu irmão. Disponível a 1 clique de distância AQUI.

Espero que essas dicas garantam a diversão de suas noites de Natal e lembrem-se de que álcool não é só pra beber! Também serve pra passar nas mãos na falta de água e sabão. Mantenham-se seguros!

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Simpático de corpo™ Vimeo: https://vimeo.com/jotabosco/ Youtube: https://www.youtube.com/user/sonicbosco/videos

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DICA DA SEMANA: O Beijo da Virada (2019)

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Beijo da Virada

A chegada da HBO MAX trouxe a opção de mais filmes no catálogo oficial de streaming. E além das produções da própria HBO, a plataforma abriga filmes da Warner e obras advindas de outros canais do conglomerado. Neste pacotão podemos encontrar a série “Into the Dark” veiculado pelo canal Space durante um período que trazia alguns longas independentes com este selo. “O Beijo da Virada” (Midnight Kiss) faz parte desta leva e o que me chamou a atenção foi o fato de ser um slasher com contexto LGBTQIA+.

Vamos à trama: Amigos de longa data que sempre confraternizam juntos o Ano Novo criam um jogo entre si onde na hora da virada eles podem beijar quem quiser, em qualquer número. Só não vale ser alguem do grupo. Nessa hora podem fazer o que quiser, menos se envolver emocionalmente.

Alguns anos depois que iniciam esta “tradição”, um assassino mascarado está disposto a acabar com a farra dos amigos e de formas violenta! Essa aparição, claro, está claramente ligada ao jogo. E agora além curtir o réveillon, eles terão que sobreviver à noite.

O filme segue à risca os clássicos slashers oitentistas, onde um grupo tem que lidar com um erro do passado. De diferente aqui, temos a cultura gay. E embora existam outros slashers com essa pegada, esse se destaca por pertencer à produtora Blumhouse e ter um acesso maior ao público jovem.

O Beijo da Virada” está mais focado nos dramas, romances e traumas dos seus protagonistas. O terror fica bem em segundo plano e para um slasher tem poucas mortes até. Neste sentido, particularmente prefiro “Hellbent” (2004) que é bem mais movimentado e tem bem mais gore.

Embora a temática do filme seja interessante, seus personagens não são carismáticos, então mesmo aparecendo pouco, torci para que todos perecessem nas mãos do vilão. As poucas mortes tem até certo nível de sanguinolência, só que demoram tanto pra acontecer que parecem rápidas demais.

Vale a pena uma conferida pelo fato que não temos muitos filmes de terror na temática LGBTQIA+ disponÍveis nos serviços de streaming. O longa cabe perfeitamente naquele domingo morgado e sem muitas opções e acaba virando um passatempo razoável.

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DICA DA SEMANA: Os Canibais (2018)

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Os Canibais

Estava caçando algo pra indicar aqui e vi um poster que me chamou a atenção! Confesso que eu já tinha visto material de divulgação desta produção há algum tempo atrás, mas havia esquecido completamente da existência. Desta vez acabei dando o play e fui surpreendido positivamente. O filme em questão é OS CANIBAIS (The Farm) e está no catálogo da Amazon Prime Video.

A premissa é bem simples: Um casal está viajando e resolve parar num lugar aconchegante pra dormir, só que quando acordam no dia seguinte, em vez de agarradinhos de conchinha na cama, estão separados, acorrentados e dentro de uma gaiola.

Percebem que estão numa espécie de fazenda na qual os humanos são tratados como gado e agora precisam fugir para não serem servidos. É interessante que as pessoas que alimentam, abatem e tratam da carne dos turistas estão sempre usando máscaras de animais que geralmente estão na posição de comida, numa clara inversão de papéis.

OS CANIBAIS é um filme cru, sem maneirismos de edição e de andamento lento que rende momentos de extrema tensão. A violência aqui não é tão gráfica como esperado, não apresentando assim o gore característico dessas produções sobre canibalismo, mas o tom realista e a condução segura do estreante Hans Stjernswärd, concebem situações extremas e que podem incomodar um bocado.

Cuidado pra não confundir com o bobo e caricato CANIBAIS (The Green Inferno, 2013) do Eli Roth que também está no catálogo da Prime Video.

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DICA DA SEMANA: A TV dos Mortos-Vivos (1987)

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TV dos Mortos-Vivos

Fruto de uma época em que a popularização do home video era crescente e os aparelhos de televisão reinavam nos lares mundiais, “A TV dos Mortos-Vivos” (The Video Dead) tem bem aquilo que se espera de uma produção de terror dos anos 80. E anos antes de Samara pensar em nascer, este filme aqui já mostrava criaturas saindo da telinha.

Sem maiores explicações ou sem perder tempo enrolando a gente, assistimos ao morador de uma casa recebendo de encomenda uma caixa. Esta caixa de dimensões regulares de 0,6 m3 traz em seu conteúdo uma TV de tubo. Sim, jovens, as televisões de antigamente eram assim tipo um trambolho pesado e sem muita definição.

Estranhamente, após ela ser ligada, começa a rolar “Zombie Blood Nightmare“, um “filme” de zumbis que perambulam pelo cemitério e que vão bater dentro da casa do sujeito. Sabendo disso, não espere que basta desligar o aparelho ou tirar a tomada para que estes seres horripilantes saiam do ar.

O tempo passa e a casa com a caixinha de surpresas mal assombrada está abandonada, sendo alugada por outras pessoas que mal sabem o perigo que lhes aguarda. É quando descobrimos que essa televisão é uma espécie de portal para um mundo sobrenatural onde esses zumbis foram aprisionados após perambular por outros ambientes.

Mas se estiver achando as coisas meio confusas, não se preocupe… no meio do filme aparece um personagem só para explicar aos protagonistas o que está rolando. E ele surge sem mais nem menos só pra sumir em seguida, óbvio!

Clássico do Cine Trash, “A TV dos Mortos-Vivos” cumpre o que promete com uma tosqueira tipicamente oitentista. Os ataques dos zumbis dentro e fora de casa, as maquiagens bizarras, as perseguições e as inevitáveis risadas perante as cenas filmadas fazem com que você volte no tempo curtindo uma daquelas produções do tipo “tão ruim que é bom”. Vale a pena ficar ligado no YouTube e no catálogo da Darkflix só pra apreciá-lo.

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