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RESENHA: House on Sorority Row (1983)

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Sorority Row

[Por Felipe Macêdo]

Os ‘slasher movies‘ tiveram seu ápice no inicio dos anos 80, devido ao sucesso de filmes como Haloween (1978) e Sexta-Feira 13 (1980). Foi quando surgiram vários clones desses exemplos e todos queriam tirar uma fatia desse sucesso. Em 1983, Mark Rosman, um jovem diretor veio com um ótimo exemplar chamado House on Sorority Row e fez do feijão com arroz algo bastante saboroso e divertido.

A trama já era batida mesmo na época e envolve um grupo de belas garotas residentes de uma fraternidade comandada por uma megera. O momento é de festa, pois as belas estão se formando e deixando para trás a vida juvenil. Uma festança é prometida, mas por falta de verba elas acabam tendo a infeliz ideia de realizar o evento na própria casa de fraternidade. Isso as coloca em confronto direto com a dona da casa e o que se segue é uma terrível fatalidade. Desesperadas, elas tentam encobrir os fatos, mas alguém viu o que aconteceu e essa pessoa está determinada em se vingar e levar todas para o túmulo.

Como já disse, o feijão com arroz é o que dita as regras. E quem já viu um slasher já sabe como a trama vai se desenrolar. Temos a mocinha ética, a bitch, a engraçadinha, um vilão misterioso cuja identidade só será revelada no fim (na verdade nem tanto… quem prestar um pouco de atenção descobre isso bem antes) e por aí vai.

O diferencial é que tudo é acima da média e deixa até filmes mais conhecidos do subgênero no chinelo. A tensão é bem trabalhada e as mortes são bem violentas com um sabor nostálgico, já que pela época tudo era feito de forma prática. Para quem curte os anos 80 e principalmente slashers vai se divertir um bocado.

Título original: House on Sorority Row
Ano: 1983
Direção e roteiro: Mark Rosman
Elenco: Kate Mcneil, Eileen Davidson, Janis Ward, entre outros
País de origem: EUA

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"Nós deixamos de procurar os monstros embaixo de nossas camas, quando percebemos que eles estão dentro de nós"

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RESENHA: Dente por Dente (2021)

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Dente por dente

Sonhar que está com dentes caindo é presságio de morte. E em “Dente por Dente“, o que mais vemos são cenas com dentes e mortes para deixar bem clara a mensagem de que estamos diante de um produto mais pesado para as plateias brasileiras.

Estrelado por Juliano Cazarré e Paolla Oliveira, dois rostos bastante conhecidos em novelas de TV, esta nova produção nacional aposta em um gênero que está se tornando cada vez mais frequente no audiovisual brasileiro atual: o chamado “thriller” ou simplesmente, “suspense policial”.

Permeado por devaneios do personagem de Cazarré e sequências de sonho, “Dente por Dente” traz o ator como responsável de uma empresa de segurança privada que investiga a estranha invasão das obras de um condomínio de luxo. O caso vira um gatilho para revelar outros esquemas e apresentar problemas que envolvem a mulher de seu sócio.

Apesar de uma narrativa linear, o filme de Pedro Arantes e Júlio Taubkin se perde um pouco com tantas interferências e cenas recontadas pelo protagonista. Claro que seria importante para a trama, mas a muleta da narração em off também cansa às vezes.

Ambientado nos cenários urbanos de São Paulo, “Dente por Dente” traz tensão e cenas violentas tal como uma obra “policial” precisa. Mas além de ser um produto de gênero, o filme também mostra de forma não tão subliminar outros problemas que essa dicotomia de espaços públicos e privados trazem à tona em uma violência cotidiana simbólica.

Escala de tocância de terror:

* Filme visto na Cabine Virtual promovida pela Vitrine Filmes

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GAME: Alien Isolation (2014)

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Alien Isolation

No espaço ninguém ouvirá seus gritos, mas em casa seus vizinhos, sim. Então, estou parafraseando na cara dura a tagline de “Alien – O Oitavo Passageiro” para afirmar que “Alien Isolation” te fará gritar igual a Jamie Lee Curtis em Halloween. E isso é maravilhoso! Que Resident Evil que nada! Este game pra mim foi até hoje o melhor survival horror que joguei e mesmo sendo um título de lançamento cross-gen entre a sétima e oitava geração de consoles foi o que teve de melhor no quesito horror na agora “old-gen”.

Na trama, acompanhamos Amanda Ripley, uma engenheira espacial que sonha em reencontrar a sua mãe, Helen. Ela é abordada por uma dupla que trabalha na mesma empresa que a mãe e que lhe promete respostas sobre seu destino, desde que Amanda os acompanhe a uma imensa estação espacial. Uma vez lá, eles encontram o horror de um lugar abandonado e de uma criatura bastante conhecida que não irá parar até todos estarem mortos.

Temos aí uma trama simples e bastante efetiva que honra a série original em todos os sentidos com personagens bem construídos e o horror em primeiro lugar. Ou seja, bem diferente desses novos filmes pseudo-intelectuais que não agradaram quase ninguém. A direção de arte aqui é totalmente baseada no filme original com muito dejá-vu.

A parte sonora dá um show à parte e o desafio o jogar com um headseat. Isso lhe ajuda a ter uma experiência enervante. Mas mesmo sem isso, garanto a você que qualquer barulho te fará pular. É preciso ficar ligado ao som ambiente para poder permanecer vivo no jogo. A câmera em primeira pessoa foi acertada e te coloca literalmente na ação… Haja coração!

O vilão, no caso, a criatura, tem a melhor inteligência artificial que vi num game. Ele te caça pelo som, faz armadilhas, te engana e proporciona momentos de puro cagaço, já que a maioria das suas ações não são scripitadas. Embora o foco seja o gato e rato entre protagonista e o monstro, temos outros inimigos e enigmas que irão testar a inteligência e o combate de Ripley.

Ah, outro foco é o gerenciamento e criação de itens. Mas não vá usando tudo de uma vez pois pode acabar sem material depois. Armas de fogo são escassas e pouco recomendadas, pois o barulho atrai o bichão. O uso de itens de distração são os mais recomendáveis e é muito prazeroso detonar um grupo de humanos com isso para deixar o xenomorfo fazer a festa.

Mesmo sendo considerado um jogo antigo Alien Isolation” vale a pena ser jogado. Tal qual os filmes, o que é bom não tem idade. E no atual momento com poucos jogos sendo lançados, recomendamos ir atrás e conhecer essa intensa obra. Para você que é fã da franquia, aconselho caçar os áudios colecionáveis, pois eles foram dublados pelo elenco até então vivo do filme original. E o bom de não ser lançamento é que o game se encontra sempre em promoção a preços bem convidativos.

Escala de tocância de terror:

Alien Isolation está disponível para PS3,PS4, PS5( via retrocompatibilidade), XBOX360, XBOX ONE, XBOX Series (via retrocompatibilidade) e PC.

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RESENHA: Deuses Americanos (2017)

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Shadow Moon (Ricky Whittle) é um sujeito bem azarado. Poucos dias antes de deixar a prisão, ele fica sabendo que sua esposa morreu. E que ela o estava traindo com seu chefe e melhor amigo. Viúvo e desempregado, ele ganha a liberdade, porém, está quebrado. Na viagem para casa, ele conhece o excêntrico Mr. Wednesday (Ian McShane) que lhe oferece um trabalho temporário como seu segurança em uma viagem pelos Estados Unidos. (mais…)

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