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EVENTO: Sexta-feira 13 com clássicos no MIS-SP

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Frankenstein (1931)
Mais uma vez, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – preparou uma maratona de filmes para os fãs do gênero terror aproveitarem a madrugada da Sexta-Feira 13. Em parceria com a Sony Pictures Home Entertainment, o Museu traz uma seleção especial de grandes clássicos do terror com quatro longas que serão exibidos na sequência.

A maratona de filmes começa às 23h30 do dia 13 de dezembro, no Auditório MIS (172 lugares). Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados uma hora antes da primeira sessão, na Recepção MIS.
PROGRAMAÇÃO
23h30
A Múmia/The Mummy
(Dir. Karl Freund, 1932, P&B, 72 minutos, EUA, 14 anos – Universal Pictures)
Em 1921, uma equipe de arqueólogos do Egito liderados por Sir Joseph Whemple (Arthur Byron) descobre a múmia do príncipe Imhotep (Boris Karloff), que vivera há 3.700 anos e que, por ter cometido um sacrilégio, teve como castigo ser enterrado vivo. Também foram encontrados manuscritos que tinham o poder de fazer os mortos ressuscitarem. Uma noite um dos membros da expedição lê os manuscritos e traz o príncipe de volta à vida. Este é o primeiro filme da franquia de filmes A Múmia.
1h
Frankenstein
(Dir. James Whale, 1931, P&B, 71 minutos, EUA, 14 anos – Universal Pictures)
O jovem cientista Dr. Henry Frankenstein está obcecado em provar sua teoria de criação de vida a partir dos mortos. Ao lado de seu assistente, o corcunda Fritz, ele recolhe partes de cadáveres para construir este novo corpo. Quando falta apenas o cérebro, Fritz rouba inadvertidamente o de um assassino recentemente enforcado. O experimento tem sucesso e logo o monstro cria vida, mas não demora para que surjam impulsos assassinos. É quando Frankenstein se dá conta da natureza aterradora de seu trabalho. Baseado no romance gótico de Mary Shelley, um dos maiores clássicos do horror.
02h30
A Noiva de Frankenstein/Bride of Frankenstein
(Dir. James Whale, 1935, P&B, 71 minutos, EUA, 14 anos – Universal Pictures)
A Noiva de Frankenstein é a sequência do filme de 1931, Frankenstein, também dirigido por James Whale. A produção é considerada uma das melhores sequências de filmes do cinema. Dr. Frankenstein (Colin Clive) e seu monstro (Boris Karloff) retornam, pois não estavam mortos como inicialmente se acreditava. O pesquisador planeja parar suas demoníacas experiências, mas quando um cientista louco (Ernest Thesiger) sequestra sua esposa (Valerie Hobson), ele concorda em ajudá-lo em criar uma nova criatura, uma mulher (Elsa Lanchester), para ser companheira do monstro.
4h
Drácula/Dracula
(Dir. Tod Browning, 1931, P&B, 75 minutos, EUA, 14 anos – Universal Pictures)
Produzido pela Universal Studios, o roteiro adaptou a peça de teatro homônima de Baseado no clássico de Bram Stoker, Drácula é um dos maiores clássicos de terror já filmados. A obra conta a história do advogado Renfield (Dwight Frye), que chega ao castelo do Conde Drácula (Bela Lugosi), na Transilvânia, para finalizar o contrato de aluguel de uma propriedade em Londres. Ele não sabe mas seu nobre anfitrião é um vampiro.

Sexta-FEIRA 13 NO MIS

Data: 13 de dezembro
Horário: 23h30 – 5h15
LOCAL: Auditório MIS-SP (172 lugares) Jardim Europa – São Paulo
INGRESSO: Retirada de ingressos a partir das 22h30. O ingresso é válido para toda a maratona.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos

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LIVRO: A Estrada Amarela (2021)

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A Estrada Amarela

LIVRO TRAZ O SERTÃO COMO CENÁRIO DE CONTOS FANTÁSTICOS E DE MISTÉRIO

Uma estrada solitária, perdida entre tantas rotas, quase abandonada, esquecida. Lugar de passagem. Por qual motivo ficar? Os personagens de A Estrada Amarela se fazem esta pergunta. O que seria apenas mais uma rota no sertão pernambucano vai mudar a vida de 11 pessoas.

A Estrada Amarela é um livro de contos escrito pelo pernambucano Filipe Falcão. Jornalista e doutor em comunicação, Filipe faz sua estreia no mundo literário com estas histórias que se passam no sertão. Em suas jornadas, os personagens vão se deparar não apenas com acontecimentos estranhos e histórias fantásticas mas, também, terão de enfrentar anseios pessoais, antigos traumas e a solidão.

O livro, publicado pela editora Estronho, vai ter seu lançamento no dia 03 de junho por meio de uma live realizada no instagram bocadoinfernobr. “A Estrada Amarela” vai ser lançado tanto em cópia física como em formato digital e foi escrito durante o primeiro semestre de 2020, mais precisamente durante o período de quarentena provocada pela COVID-19.

“Busquei refúgio com livros, filmes e música. Por pior e mais triste que a realidade fosse, recorrer a um filme, um livro ou apenas escutar uma música sempre me ajudou a passar por momentos difíceis”, explica Filipe que por ser um grande fã da literatura fantástica e do cinema de terror, mergulhou ainda mais neste universo revisitando obras e descobrindo novos títulos.

A escolha do cenário ser o sertão de Pernambuco aconteceu de forma muito natural. “Todos os personagens deste livro moram ou estão em trânsito pelo sertão de Pernambuco. Apesar de ser recifense, sempre tive um respeito e um carinho muito especial pelo sertão e seus moradores. Uma região castigada pela seca, é verdade, mas dona de um visual único e que preencheria facilmente as páginas de um livro de poesia. Lembrei das estradas do sertão pelas quais eu próprio já transitei como pontes para histórias aguardando personagens”, relembra Filipe.

Autor – Apaixonado pelo gênero terror e por literatura fantástica, se aventura em seu primeiro livro de contos, cujo cenário é o sertão pernambucano. Jornalista, doutor em comunicação e professor universitário, Filipe é um dos mais atuantes pesquisadores de cinema de terror no Brasil, já tendo lançados livros acadêmicos como Fronteiras do medo: quando Hollywood refilma o horror japonês (2015) e A aceleração do medo: o fluxo narrativo dos remakes de filmes de horror do século XXI (2018). Filipe também atua como crítico e colaborador do portal Boca do Inferno, maior portal de filmes de terror do Brasil.

Serviço:
Lançamento “A Estrada Amarela”
Data: 03 de junho, às 20h
Instagram: @bocadoinfernobr

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EVENTO: Diálogos sobre a Literatura Fantástica (27 a 29/04)

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Literatura Fantástica

Com uma produção cada vez maior no mercado literário brasileiro, o estilo fantástico vem se sobressaindo e conquistando novos públicos. E atentos a este fenômeno crescente, o coletivo Toca o Terror vem há sete anos divulgando o trabalho de cineastas, escritores e realizadores que lidam com este gênero.

É com isto em mente que o coletivo vai debater a produção atual da literatura fantástica no estado com a participação de três autores locais. Nos dias 27, 28 e 29 de abril, o público poderá conhecer melhor a obra dos escritores Geraldo de Fraga, André Balaio e Frederico Toscano em debates virtuais pelo canal do Toca o Terror no YouTube em cada um destes dias às 20h.

Idealizado pelo produtor cultural Jarmeson de Lima, o projeto “Diálogos Sobre a Literatura Fantástica em Pernambuco” foi selecionado pelo Edital de Formação e Pesquisa da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e conta com produção da equipe do Toca o Terror.

Autores – Geraldo de Fraga é jornalista e escritor, autor dos livros “Histórias que nos Sangram”, lançado em 2009 e “Medos Aleatórios” em 2018. O autor também participou das coletâneas de contos “Histórias Medonhas do Recife Assombrado” e “Malassombramentos: Os Arquivos Secretos do Recife Assombrado”.

André Balaio é um dos fundadores do projeto “O Recife Assombrado“, que reúne textos e narrativas gráficas de terror a partir de casos populares de Pernambuco. Depois de escrever roteiros para quadrinhos e cinema, Balaio lança em prosa “Quebranto“, seu primeiro livro de contos. O autor foi finalista do Prêmio SESC 2017 e terceiro colocado no Concurso Internacional UBE – RJ 2017.

Frederico Toscano é historiador e escritor com obras publicadas sobre o Recife no início do Século XX. Em 2017 teve contos publicados nas coletâneas “Trasgo – Ano 1” e “A Maior Cidade Pequena do Mundo em Linha Reta“. “Carapaça Escura“, seu livro mais recente de ficção, é um trabalho que confirma o talento de um escritor que sabe trafegar entre gêneros completamente diferentes com um texto igualmente fluido.

Organização – Além de um site que divulga a produção nacional e internacional do gênero, o Toca o Terror criou um podcast com mais de 100 edições e está com um programa de rádio semanal na Frei Caneca FM 101.5. Composto por Felipe Macedo, Geraldo de Fraga, Jarmeson de Lima, Jota Bosco, Júlio César Carvalho e Osvaldo Neto, o Toca o Terror criou o primeiro cineclube do gênero fantástico no Recife e produziu a mostra MEDONHO com uma maratona de 10h de filmes de terror com curtas e longas metragens.

Diálogos Sobre a Literatura Fantástica em Pernambuco
27/abr – 20h – Convidado: Geraldo de Fraga
28/abr – 20h – Convidado: André Balaio
29/abr – 20h – Convidado: Frederico Toscano
Online em Youtube.com/TocaOTerror
Apoio: Edital LAB PE Formação e Pesquisa – Secult/PE

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EVENTO: 11º Cinefantasy (16 a 29 de abril)

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CineFantasy

O CINEFANTASY, considerado o maior e o principal festival brasileiro de cinema fantástico, acontece de 16 a 29 de abril na plataforma Belas Artes à La Carte. O evento recebeu mais de 780 inscrições de 69 países, onde foram selecionados um total de 140 filmes, entre longas e curtas.

Em Première Nacional, os filmes Porcelana de Jenneke Boeijink (Holanda), selecionado para o Festival Internacional de Roterdã; Ravina, de Balázs Krasznahorkai (Hungria), e Morgana, de Isabel Peppard, Josie Hess; Amigo, de Óscar Mártin (Espanha), Coração Dilatado, de Parish Malfitano (Austrália), Mãe, Sou Amiga De Fantasmas, de Sasha Voronov (Rússia), Playdurizm, de Gem Deger (República Tcheca), Os Guardiões Do Tempo, de Alexey Telnov (Rússia), Post-Mortem, de Péter Bergendy (Hungria) e Sayo, de Jeremy Rubier (Canadá), serão exibidos pela primeira vez no festival.

Já os filmes brasileiros A Senhora Que Morreu No Trailer, de Alberto Camarero e Alberto de Oliveira, Como Vivem Os Bravos, de Daniell Abrew, Rodson Rodson Ou (Onde O Sol Não Tem Dó) de Cleyton Xavier, Clara Chroma e Orlok Sombra, Rosa Tirana, de Rogério Sagui, Voltei! de Ary Rosa e Glenda Nicácio, inéditos no circuito comercial, também estão entre os selecionados de longa-metragem.

O festival apresenta 13 mostras competitivas de curtas-metragens divididas em Mulheres Fantásticas, Horror, Ficção Científica, Fantástica Diversidade, Fantástico Black Power, Fantasteen, Fantasia, Estudante, Brasil Fantástico, Amador, Pequenos Fantásticos, Espanha Fantástica e Animação. Entre eles, os curtas República, de Grace Passô (Mostra Fantastic Black Power – Brasil), Emaranhado, de M.Noe (Fantástica Diversidade – Myanmar), e Anatidaephobia, de Alon Newman (Fantasteen- Israel).

Os selecionados concorrem ao Troféu José Mojica Marins e outros prêmios. Os filmes brasileiros vencedores são indicados para o disputado Prêmio FANTLATAM, premiação internacional da Alianza Latinoamericana de Festivales de Cine Fantastico.

A abertura acontece no dia 16 de abril com a exibição do filme Horror Noire: A História Do Horror Negro, dirigido por Xavier Burgin, e baseado no livro de não ficção de 2011, “Horror Noire: Blacks in American Horror Films, da década de 1890 até o presente”, de Robin R.Means Coleman.

A programação conta ainda com uma homenagem aos 80 anos de Neville D’Almeida, um dos maiores ícones do cinema nacional e responsável por recordes de bilheterias com os filmes “A Dama do Lotação“, “Matou a Família e Foi ao Cinema“, “Navalha na Carne“, entre outros sucessos.

O Cinefantasy é o primeiro festival do mundo a criar mostras permanentes voltadas para políticas afirmativas como as mostras Mulheres Fantásticas, Fantástica Diversidade (LGBTQIA+), e Fantastic Black Power (dedicada exclusivamente a filmes dirigidos por realizadores negros). A curadoria é composta por 14 profissionais especializados em cinema e o júri técnico é composto por 45 profissionais do audiovisual, que inclui nomes como Emilio Bustamante, crítico, pesquisador e cineasta (Perú), Leopoldo Muñoz, crítico, pesquisador e escritor (Chile), e Claudia Ruiz, cineasta, roteirista e produtora (Argentina).

A arte do cartaz desta edição é assinada pelo artista Robson Fonseca, natural do Amapá e radicado em Belém (PA), que atua no mercado audiovisual criando e realizando conteúdos multimídia há mais de 20 anos como roteirista e diretor de documentários, ficções, videoclipes e séries. Atualmente, trabalha no projeto de Graphic Novel 1977 Antes da Operação Prato.

11º CINEFANTASY – de 16 a 29 de ABRIL de 2021
Onde: Belas Artes à La Carte – www.belasartesalacarte.com.br
Realização: Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Proac, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e FlyCow
Mais informações: www.cinefantasy.com.br

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